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Governo alterou regras para beneficiários da ADSE nas férias de Natal (atualizado)

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Estes tipos são uns sacanas. Além de alterarem as regras pela calada, as contribuições dos beneficiários são mais do que suficientes para a sustentação da ADSE. Se cortam benefícios, então que diminuam a taxa de comparticipação.


“O Governo aprovou um decreto-lei que altera as regras de comparticipação para os 1,2 milhões de beneficiários da ADSE. Publicado a 28 de dezembro em Diário da República, em plena época festiva, o diploma estabelece que serão apenas subsidiados por este subsistema de saúde os medicamentos prescritos por hospitais privados com acordo de convenção. Ou seja, o regime livre termina e os beneficiários passam a estar dependentes de receitas passadas por entidades que tenham contrato com a ADSE.

Além desta alteração, o decreto põe fim à comparticipação dos medicamentos e dispositivos médicos “dispensados em farmácias comunitárias”.

A ADSE continuará a comparticipar os medicamentos “quando dispensados em ambiente hospitalar privado nas seguintes situações: Procedimento cirúrgico; internamento médico-cirúrgico; tratamento oncológico e atendimento médico permanente”. Nos hospitais privados que tenham acordo de convenção com este sub-sistema de saúde, serão comparticipados todos “os medicamentos e dispositivos médicos” dispensados por essas entidades.

A notícia foi avançada esta segunda-feira pelo Correio da Manhã. O diário dá conta da indignação do secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP). “Foi tudo feito sem o parecer dos principais interessados, que são os beneficiários da ADSE”, argumenta José Abraão, que assegura que o tema vai ser “abordado na próxima reunião do Conselho Geral e de Supervisão (CGS), a 16 de janeiro”.

O decreto, assinado por António Costa, e pelos ministros da Saúde e das Finanças, Marta Temido e António Costa, entrou em vigor a 1 de Janeiro.

Recorde-se que, já em dezembro, a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) tinha avisado que os hospitais privados podiam cancelar os acordos com a ADSE, que tinha exigido aos privados 38 milhões de euros por excesso de faturação. O presidente desta associação, Óscar Gaspar, considerou o pedido uma “afronta” e pediu ao Governo que interviesse para anular o processo.

Este novo decreto-lei pode vir a contribuir para que a insatisfação dos privados em relação à ADSE venha a aumentar.”

Fonte: ADSE


Atualização às 18h47

Benefícios da ADSE não sofreram alterações
com a nova legislação

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11 COMENTÁRIOS

    • Paula Gomes nao fica obrigada a descontar para a ADSE pode desistir quando entender. No entanto, nåo pode voltar atrás nessa decisão, porque é definitiva.

    • Esta senhorita Paulita fala de Barriga Cheia. A ADSE devia acabar mesmo ou estender-se a quem assim o deseje

      Os Funcionários Públicos tem o privilegio de possuírem a ADSE o que é INJUSTO relativamente aos trabalhadores do Sector Privado. Ou seja, os Funcionários Públicos tem um Seguro de Saúde (ADSE) baratinho (3,5% do Salário).

        • Faça um Seguro de Saúde que lhe sai mais barato.

          Claro que a ADSE é um privilégio dos Funcionários Públicos e constitui um Seguro de Saúde baratinho e opcional, ou seja, quem não quiser a ADSE, desiste da mesma. Eu não vejo é ninguém a desistir da ADSE.

      • Foi obrigatório até há pouco e foi uma medida ctiada pelo estado novo para compensar os baixos salários. Porque nao pritesta também contra as benesses dos bancários, dos militares, do pessoal dos correios…. etc?

  1. Políticos Portugueses são sinonimo de não se poder confiar nem um pouquinho… neste país o mais pobre e o mais fraco é quem sempre paga a fatura!

  2. Afinal em que ficamos? Fake news devem ser denunciadas. O ‘Atualizado’ não basta . http://www.adse.pt/news/News_20190114_B.htm
    ‘Ao contrário do divulgado hoje em alguns órgãos de comunicação social, comunica-se aos beneficiários da ADSE que não houve qualquer alteração no regime de benefícios no que respeita a medicamentos e dispositivos médicos, quer em regime livre, quer em regime convencionado, relativamente ao vigente em 2018.’

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