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FNE e FENPROF ameaçam com nova greve

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Não acredito que greves de 1 dia mudem alguma coisa, não acredito que os professores adiram a greves de longa duração e já não acredito nas tradicionais manifestações de bandeirinhas e palavras de ordem.

É preciso fazer algo diferente, que tenha impacto a curto/médio prazo e que valorize ao mesmo tempo a profissão docente. Proponho uma GREVE de ZELO por tempo indeterminado.

Fenprof pondera greve em Outubro devido a “abusos” nos horários dos professores e não só

(Público)

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FNE) advertiu nesta sexta-feira que, “a manterem-se os abusos e ilegalidades na organização dos horários” de trabalho dos professores, deverá ser convocada uma greve a partir de Outubro.

Em conferência de imprensa em Lisboa para fazer o balanço do ano lectivo que terminou e apresentar a acção reivindicativa para 2017-2018, Mário Nogueira esclareceu que esta greve incidirá em todas as actividades que, “sendo lectivas, foram atribuídas aos docentes no âmbito da sua componente não lectiva de estabelecimento”, tais como apoios a grupos de alunos, coadjuvação e outras de trabalho directo com os alunos.

FNE admite voltar à greve caso Governo não ceda a reivindicações

(Observador)

A Federação Nacional da Educação (FNE) admitiu nesta sexta-feira voltar a recorrer à greve se o Governo não ceder às suas reivindicações, como o descongelamento das carreiras de todos os professores e a reforma após 36 anos de serviço. “Poderá acontecer o recurso à greve, com contornos diferentes dos habituais”, afirmou à Lusa, sem precisar os contornos, o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, depois de fazer, através de uma declaração, o balanço do ano letivo 2016/2017, que terminou em junho.

“Não vamos permitir que o ano letivo [2017/2018] avance sem que nenhuma resposta concreta a estas matérias seja dada”, frisou. O descongelamento da carreira para todos os professores, a partir de 01 de janeiro, a aposentação após 36 anos de trabalho, a definição de “determinados limites” para a componente não-letiva, “um poço sem fundo que permite o funcionamento regular das escolas”, e o fim da precariedade foram as principais reivindicações enumeradas por João Dias da Silva.

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