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Faltam funcionários em Lisboa e telhado cai numa escola em Viana do Castelo

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Seguindo as suas declarações no dia de ontem, ficam mais dois exemplos do mundo real Sr. Ministro Tiago Rodrigues…

Contactada pela Lusa, a vereadora da Educação da Câmara de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro explicou que “os técnicos camarários estiveram a avaliar o edifício e concluíram não estar em causa a segurança” dos 45 alunos que frequentam o estabelecimento de ensino.

Maria José Guerreiro adiantou que “o caso ocorreu na zona da sala do jardim-de-infância, razão pela qual, e até estar concluída a reparação do telhado hoje iniciada, as crianças vão ser encaminhadas para o centro escolar da freguesia vizinha de Santa Marta de Portuzelo”. “Já estão tratados os autocarros que vão assegurar o transporte das crianças de e para casa, sem custos para os encarregados de educação”, afirmou a responsável.

Caiu parte de telhado de escola em Viana do Castelo

(Correio da Manhã)

Os trabalhadores não docentes das escolas EB 1 Professora Aida Vieira e EB 2,3 do Bairro Padre Cruz, em Lisboa, concentraram-se ontem em frente à sede do agrupamento em protesto pela falta recursos humanos nestes estabelecimentos escolares.

Ao CM, Sandra Pereira, funcionária da EB 2,3 do Bairro Padre Cruz, explicou que “muitas vezes, há pisos nos edifícios escolares que ficam sem vigilância”, pondo em causa “a segurança dos alunos”. Segundo os funcionários, a situação agrava-se quando algum colega fica de baixa médica. “Os restantes são obrigados a saltar de uns sítios para os outros”, referiu Sandra Pereira. Paulo Carrilho, presidente da associação de pais do agrupamento, disse que “mesmo os alunos com necessidades educativas especiais não estão a ser devidamente acompanhados nestas escolas”.

De acordo com Luís Esteves, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, as duas escolas são frequentadas por cerca de 550 alunos, apenas vigiados por 15 assistentes operacionais. Outros dois funcionários estão de baixa médica. O sindicalista adiantou ainda que o Ministério da Educação tem vindo a remeter-se ao silêncio desde o verão e que “não responde a ofícios”.

Já o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, garantiu ontem que esta “é uma reivindicação antiga”, à qual a tutela deu “resposta”. Os trabalhadores preveem continuar hoje e amanhã o protesto, em frente à sede do agrupamento (EB 2,3 do Bairro Padre Cruz), e que consiste num atraso de duas horas na abertura dos portões: em vez de abrirem às 08h00, abrem às 10h00.

Funcionários exigem reforços para escolas em Lisboa

(Correio da Manhã)

1 COMMENT

  1. …o Minho tem um clima atlântico muito peculiar que não é de agora: não chove na escola dos meninos ricos!

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