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Estratégias Impressionantes No Regresso Às Aulas Dos Alunos Chineses

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Os alunos do ensino básico e secundário regressaram esta segunda-feira às aulas em várias das maiores cidades da China, incluindo Pequim, Xangai, Hangzhou e Chongqing. No país onde a pandemia começou em finais de 2019,  mas onde a disseminação do vírus parece já estar controlada, as crianças e jovens estão a regressar às escolas sob fortes medidas de segurança, incluindo divisórias de acrílico instaladas nas secretárias dos estudantes.

Na capital chinesa, as escolas abriram as portas para os estudantes que se estão a preparar para os exames de acesso à universidade. Noutras cidades, como Xangai e Hangzhou, a reabertura abrange os alunos do último ano de vários ciclos de estudo, incluindo básico e secundário. Na cidade de Wuhan, epicentro da pandemia global, as aulas deverão ser retomadas no dia 6 de maio.

Numa altura em que o surto está controlado no país que lhe deu origem — esta segunda-feira, por exemplo, apenas surgiram três novos casos de Covid-19 em todo o país —, o Governo quer assegurar que não há um segundo surto da infeção. Por isso, todos os alunos estão obrigados a usar máscaras nas aulas e a cumprir o distanciamento social.

Alguns professores estão a adotar medidas adicionais para garantir que os alunos mantêm as distâncias mínimas. Imagens de uma escola em Chongqing mostram divisórias de acrílico montadas entre as secretárias dos alunos. Noutra escola, em Hangzhou, um professor determinou que todos os alunos deveriam usar um chapéu especial para ajuá-los a manter a distância de segurança.

Em Pequim, onde vivem mais de 20 milhões de pessoas, o regresso dos alunos que se preparam para o acesso à universidade incluiu o controlo de temperatura e a desinfeção de equipamentos. Todos os alunos têm de exibir, à entrada das escolas, a aplicação governamental onde é mostrado o risco de estar infetado. Só os alunos com o código verde — menor risco — podem entrar.

Até agora, registaram-se perto de 83 mil casos de Covid-19 na China, país onde morreram mais de 4.600 pessoas. Os números oficiais têm sido contestados, mas o Governo chinês assegura que correspondem à realidade. A pandemia da Covid-19 começou na cidade de Wuhan em novembro do ano passado, tendo a origem do vírus sido identificada num mercado de mariscos naquela cidade chinesa.

Fonte: Observador

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