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Estamos a ser invadidos pela “hiperatividade”…

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Das duas uma… ou antigamente ninguém sabia o que era hiperatividade, ou hoje em dia todo o que “mexe” e é distraído é hiperativo. Eu cheguei a colocar chinelos no frigorífico, a procurar o carro dentro de casa, a sair de casa de chinelos… Ó caramba!!! Também sou hiperativo…

Permitam-me uma opinião muito pessoal, está na cara que estamos a cair num extremo e esquecemo-nos que as crianças e os adolescentes são ativos por natureza, são contestatários, testam limites, e preferem mil outras coisas em vez de estarem sentados numa sala de aula. Uns vão aprendendo a controlarem-se, outros não, uns têm uma família que os educa, outros não, uns têm influências positivas, outros não.

A hiperatividade existe, mas parece-me que é tão mais fácil medicar em vez de educar, medicar em vez de persistir, medicar em vez de estar presente…

Respeite-se quem sofre efetivamente da doença, eduque-se quem é simplesmente mal educado.

Registados 7200 novos casos de hiperatividade por ano no país

(Correio da Manhã – Cristina Serra)

Défice de atenção e perturbações do comportamento na escola e em casa: medicar ou não medicar?

(Público – Pedro Cabral)

2 COMMENTS

  1. A vida desenrola-se de forma anti natural.Nao se vai a pé para a escola.Nao se brinca na rua.Tudo é controlado.Nao há tempo para a criatividade.Por vezes o tempo dedicado aos filhos é insuficiente. As patologias são uma forma de justificar as insuficiências de vários aspectos a trabalhar na educação.

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