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É oficial, vamos confinar!

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Só falta saber os moldes, mas a informação já foi transmitida pela Ministra da Presidência.

Falhámos! Uns mais do que outros, mas no global a sociedade falhou! Isto era o pior que podia acontecer, mas medidas avulsas, sem plano, sempre a correr atrás do prejuízo e irresponsabilidade de muitos, só poderia levar a este desfecho. E depois tivemos a gracinha do Natal e Ano Novo, como se o vírus quisesse saber de Natais e Anos Novos…

Quantos não morreram por medidas incoerentes? Quantos não ficaram com sequelas por informações erradas e discursos irresponsáveis? Quantos não vão ainda morrer pela irresponsabilidade de muitos jovens e adultos?

A cereja no topo do bolo é o ignorar do que se passa nas escolas, como se os alunos não levassem o vírus de casa para a escola e da escola para casa. Vamos confinar e manter tudo como está nas escolas, um remendo de confinamento, como se o [email protected] para o Ensino Secundário ou de 3º ciclo afetasse a economia. Afinal, não é esse o principal argumento dos nossos governantes?

E os professores e funcionários? Autêntica carne para canhão que nem sequer são considerados prioritários para a vacinação.

Tudo isto enoja-me profundamente! Tudo é político, até as nossas vidas…


Governo confirma que vai haver novo confinamento

OGoverno confirmou este sábado que vai mesmo implementar um novo confinamento no país. O anúncio foi feito esta tarde pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, após terem terminado as reuniões do primeiro-ministro, António Costa, com os partidos com assento parlamentar.

“Aquilo que podemos destacar destas audições é um grande consenso de que, face aos números que temos verificado, é de facto necessário tomar medidas adicionais”, sublinhou a ministra numa conferência de imprensa em São Bento.

“Aquilo que faremos é um confinamento muito próximo daquele que aconteceu nos meses de março e abril, garantindo, em princípio, que não fecharemos nada que não tivesse sido fechado. Portanto, a agricultura, a indústria, a distribuição continuarão a funcionar para garantir que os bens essenciais dos portugueses não faltarão”, disse Mariana Vieira da Silva.

A governante ressalvou que se a decisão de endurecer as medidas restritivas para combater a pandemia tivesse sido tomada há uma semana, teria sido tomada com “informação incompleta”. “Foi por isso que adiámos por uma semana e é fundamental ouvir na terça-feira os peritos”, acrescentou, numa alusão à reunião do Infarmed.

A ministra da Presidência frisou que “assim que a Assembleia da República aprovar o novo decreto de Estado de Emergência, o Conselho de Ministros reunirá imediatamente para tomar estas decisões”.

De seguida, Mariana Vieira da Silva fez uma advertência aos portugueses, pedindo que se protejam.

“Não é necessário ficarmos à espera que saia um novo decreto quando sabemos que, face a estes números, é nossa obrigação protegermo-nos, reduzirmos ao máximo os nossos contactos ao essencial, e sabermos que, num momento em que há mais pessoas infetadas, também cresce o risco de cada um de nós nos infetarmos”, constatou a ministra.

O Governo deve contar com o apoio da maioria parlamentar para ser aprovado um novo confinamento no território português.

Fonte: Notícias ao Minuto

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