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Do Que Se Fala | O investimento e a produtividade não crescem e é gravíssimo.

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Como sempre, aos sábados, publico um artigo sobre o que se fala para além da Educação pelos olhos do Augusto Küttner Magalhães.

O investimento e a produtividade não crescem e é gravíssimo

estagnaçãoContinuamos a não saber ter investimento, nem a aumentar a produtividade no nosso País.

O anterior Governo seguiu o percurso de tudo desfazer, cortando a direito e pela direita e nada reestruturando/reformando. E o seu chefe achando-se, ainda assim se assume como tal, o “salvador da pátria” não se cala um único dia, a fazer-se o melhor e a dizer mal de tudo que não de si mesmo, e,  a maioria da comunicação social “sem agenda própria ” não o larga, dando-lhe permanente tempo de “antena”, para sua satisfação.

O actual Governo que tem conseguido, e bem, gerir um equilíbrio instável, muito graças ao apoio – necessário e muito profícuo – do actual Presidente da República, tentando olhar pela População como Pessoas, o que o anterior esqueceu, mas não está de forma alguma o nosso País a fazer crescer o investimento, a criar valor a aumentar a produtividade.

Claro que o Estado não vai criar riqueza, não lhe compete, antes, deve distribui e o mais “justamente” possível, o que consegue obter por várias vias, nomeadamente os pelos impostos directos e indirectos.

Mas, tem que criar condições para que o investimento cresça, para que a produtividade seja produtiva e convenhamos, tal como todos os anteriores, não o estão a conseguir fazer, pelo contrário a nossa dívida, improdutiva, “lá fora” aumente a cada dia que passa. Aqui, igual aos anteriores, também!

E não será unicamente com consumo interno que vamos “aguentar” o País e muito menos, se esse consumo em 75% se direcionar para automóveis novos! como aconteceu nos primeiros meses deste ano!

Não, assim não chega, e claro que é muito mau o que se paga de “reformas aos que menos recebem”, mas se não houver onde ir buscar dinheiro não se pode aumentar “em mais”, com o risco de tudo se deixar de pagar, ao fim de meia dúzia de meses. Ou, só se “lá de fora” nos deixarem endividarmo-nos até ao infinito!

Claro que, não anda nenhum diabo à solta, como o chefe do anterior Governo – ansioso de poleiro e não só, mais à direita, estão na mesma – rodeado de atenta comunicação social diz, ou achou que andaria, ou algo no “género”. Não, não anda. Não.

O que há, e é grave, é falta de transparência, não só nas viagens para ver o Futebol – sempre o Futebol a tantos distrair, entretém e faz esquecer “outras coisas”, se calhar bem mais indispensáveis à nossa existência na Terra – à custa de empresas privadas de membros deste Governo e deputados das Oposições, e muito mais, muito mais!

Em tudo, sem necessidade de códigos de conduta, basta e sobeja bom senso, caldos de galinha e algum chá em pequeninos, tudo resolve!

Temos que ouvir falar pública, publicada e insistentemente na “criação de valor”, em “aumento de produtividade”, em investimentos produtivos, em dinheiro que tem que existir, mas não de “geração espontânea.

Temos que ter a consciência, de que todos e cada um fazemos parte da solução, e temos como tal que actuar. Temos deveres e não só direitos, temos que falar menos e fazer mais.

E, temos que ajudar o País e os nossos concidadãos, e não só esperar que o Governo, o Estado, o outro o faça por nós. Claro que os políticos tem como “sua” essa função, mas não conseguindo, temos que ajudar, e claro que podemos e muito bem contar com o actual Presidente da República.

Se não fizermos virá de facto um diabo que parece ser uma ambição “dos” do anterior Governo!

Augusto Küttner de Magalhães

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