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DIPROF – Pela criação de uma Ordem de Professores

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A Associação pela Dignificação da Profissão de Professor, é uma associação que tem como objetivo a criação de uma Ordem de Professores. De forma propositada, não dei destaque à criação desta associação, pois infelizmente algumas pessoas começaram a confundir a ILC com algum movimento para a criação de uma Ordem de Professores. A ILC nunca foi, é ou será, uma iniciativa ligada a qualquer entidade ou com outro intuito que não seja a recuperação total do tempo de serviço docente congelado.

Sou apologista de um órgão que represente os professores sem ser os atuais sindicatos, chamem-lhe Ordem dos Professores, Conselho Superior de Professores, ou outra coisa qualquer. Compreendo que seja um assunto fraturante, mas por aquilo que conheço, vejo nas pessoas que lideram este processo, a motivação e honestidade necessária para “produzir” algo de positivo para os professores. Por isso e até prova em contrário, têm todo o meu apoio.

Eis o seu segundo comunicado intitulado – Por uma avaliação digna e equitativa dos alunos

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6 COMMENTS

  1. Vais ter de pagar quotas obrigatórias mensais e dar mais tachos a alguns, só isso. Basta ver o que acontece nas outras ordens.

  2. A principal “vantagem” da criação duma coisa desta natureza é fazer com que todos, mas todos os professores estejam unidos, a pagar e bem todos os meses, para serem membros de uma classe profissional. Até agora muitos professores estiveram fora dos sindicatos, até por não serem de obrigatória adesão, economizando uns euros mas beneficiando de tudo aquilo que os sindicatos, com os professores, conseguiram (mesmo que muitos ignorem e façam por ignorar a importância dos sindicatos para os trabalhadores em geral e para os professores em particular). Se for preciso elaborar umas lições de história a partir da criação dos grupos de estudo docente (protocriação dos sindicatos, antes do 25 de Abril, posso dá-las, de graça). Para quem julga que o graal são as ordens convido-os a verificarem como nas várias profissões que as têm, até por serem profissões com uma parte dos seus membros a trabalhar de forma independente (fora do estado) e que têm de ser autorregulados, quando as coisas aquecem e é preciso ir à luta quem põe as mãos na massa e quem mexe são os sindicatos. Até porque só neles reside a possibilidade de marcar formas de luta como greve.
    Se acontecer de algum dia se criar uma ordem de professores e o Alexandre Henriques tiver que estar dentro dela, a pagar e bem, e eventualmente estar a ser representado por um(a) bastonário que deteste, vou ter pena que não possa considerar-se um independente por ser dependente à força.

    • Não me importo de pagar 50 cêntimos por mês e não estarei “preso” a nada pois estaremos todos lá 😉

  3. Estes diprofs, a meu ver, e logo só pelo “cumenicado” n.º 2, não passarão de uma cambada de oportunistas.
    Aproveitaram o contexto vigente, para aparecerem…
    Identifiquem-se e mostrem currículos, p.f..

  4. Como não dizer nada com um comunicado? Aprenderam bem esta “lição”… Pelo seu teor conseguimos ver o que será a ordem pela qual todos teremos que pagar,e bem, e fazer provas para entrar. Onde está a coerência de 120000 profs que se manifestaram contra uma prova de acesso à carreira por exemplo? Eu cá não esqueço tudo o que sofremos. Ordem?Não,obrigado.

  5. Não sendo embora professor, é-me fácil entender que do universo de professores em Portugal, haja bastantes a pensar que a pertença a uma ordem profissional constitui um passo importante para um melhor reconhecimento do seu trabalho docente, com que concordo inteiramente. Ora, é do conhecimento geral que a maior parte das pessoas detentoras de uma licenciatura profissional no país, se encontram agregadas numa ordem, que não dispensa o pagamento de quotas, o que, pelos comentários aqui reproduzidos, tal não parece ser do agrado de alguns docentes. Mas é claro que esta contribuição não tem de ser a responsável pelo rotundo não daqueles, pois que só o facto de se pertencer a uma Ordem ultrapassa, de longe o valor monetário daquela, já que para além do reconhecimento político, social e até económico, um seu qualquer membro goza também de um estatuto próprio que o diferencia no mundo do trabalho multiplicando-lhe a relevância social. Não será já um qualquer trabalhador de “shop floor” , chão de fábrica, (passe a conotação evidente mas falsa com o trabalhador indiferenciado), mas sim um profissional que atingiu o topo de uma escada que o coloca bem junto do Poder. E logo começariam as coisas aqui a ” a piar mais fino “, porque mais fina seria considerada a sua contribuição profissional para o país. O pormenor que Luís Cardoso apontou a propósito dos 120000 professores em manifestação contra a prova de acesso, carece de importância para aqui, pois que apenas releva o facto de serem apenas e só uma massa de 120000 trabalhadores. Lamentável ? Sim, mas foi isto apenas que jornalistas, políticos e outros trabalhadores registaram. Mais entendo que, a agirem deste modo, os professores têm vindo a deixar-se enlear por coisas pequenas…!

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