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Crianças Levam Mantas Para A Escola E Outra Escola Fecha Para Exigir Retirada De Amianto

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Para se falar em igualdade de oportunidades é preciso dar as mesmas condições a todos.

Se ao menos houvesse um qualquer superávite por aí…


Crianças levam mantas para escola em Barcelos para enganar o frio

A Associação de Pais criticou esta quarta-feira as “degradantes e inacreditáveis” condições da escola do 1.º ciclo e jardim-de-infância da Pousa, em Barcelos, sublinhado que os alunos são obrigados a levar mantas para se protegerem do frio.

Em declarações à Lusa, o presidente da associação, Cristiano Coelho, disse que a escola aguarda há mais de 15 anos por obras que “não há meio” de saírem do papel e que os pais “perderam a paciência”, tendo já agendado uma manifestação para dia 29 deste mês. “Por incrível que possa parecer, as crianças estão a levar mantas para a escola, porque o frio entra por todos os lados”, referiu.

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Segundo Cristiano Coelho, a caixilharia, em madeira, está podre, permitindo correntes de ar que “põem em causa a saúde” das crianças. O responsável contou que num dia de Novembro, numa altura de muito frio, 32 alunos ficaram em casa com sintomas de febre e constipação. Disse ainda que houve mesmo uma criança que “quase entrou em hipotermia”.

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Fonte: Público


Escola básica do Seixal fechada a cadeado para exigir retirada de amianto

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Na origem do protesto está, segundo Vasco Belchior, a presença de amianto na escola e a ausência de marcação pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) de uma data para a sua remoção. O presidente da Associação de Pais contou que a DGEstE sinalizou o estabelecimento de ensino como escola prioritária, mas não foi marcada qualquer data para o início das obras. “A DGEstE deu resposta, disse que há um investimento de 77 mil euros para a retirada do amianto, mas não avança com datas. Nós queremos a marcação de uma data e que o que está mais degradado seja retirado ainda hoje ou pelo que seja interdita aquela zona”, disse.

Vasco Belchior explicou à Lusa que nas últimas semanas várias telhas em avançado estado de degradação caíram na área de recreio, não atingindo uma criança por pouco. “Há pedaços de fibrocimento que caem no recreio. Ninguém fica descansado ao deixar os filhos dentro da escola. Temos medo que levem como uma telha na cabeça já para não falar do risco de estarem expostos ao amianto. Nós não podemos compactuar com isto”, frisou.

Vasco Belchior disse que já tentaram de tudo, desde ofícios, emails e questões à DGEstE e ao Ministério da educação, a petições, marchas e revindicações, mas sem sucesso. “Por isso, decidimos fazer este protesto: para que a mensagem chegue lá”, disse.

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Fonte: Observador

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