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Contratos de Associação | O que disse Marcelo Rebelo de Sousa antes de ser Presidente?

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Existe alguma expetativa sobre o que irá dizer Marcelo Rebelo de Sousa, atual Presidente da República, sobre o tema da moda. Em 2010 no seu comentário na TVI falou em bom senso, mesmo que ao de leve (segundo 26), mas em 2011, quando se encontrava em terreno privado – Colégio de São Miguel -, mostrou a sua inclinação pelo dito.

Aguardemos agora pela versão 2016…

12-12-2010

Quando Marcelo defendia que o Estado não deve olhar só para a escola pública

Ainda longe de ser candidato presidencial, nos seus tempos de comentador, Marcelo Rebelo de Sousa participou numa palestra no Colégio de São Miguel (ensino particular), em Fátima, onde considerouuma opção errada privilegiar o ensino público em detrimento do particular. Para o agora Presidente da República as escolas não-estatais devem “levar o Estado a considerar que não deve só olhar para a escola pública”, destacando mesmo “o papel crescente do ensino particular e cooperativo” e a necessidade de manter a “liberdade de escolha na educação”.

As declarações surgiam em outubro de 2011, com o país imerso na crise e a braços com o resgate da troika. O ministro da Educação era Nuno Crato sobre quem Marcelo levantava dúvidas quanto à capacidade de decisão. Citado pela Lusa, o professor questionava se era Crato que mandava na Educação ou se era “máquina” do ministério. A seguir, fazia uma crítica semelhante às que agora a direita faz ao atual ministro, Tiago Brandão Rodrigues, que é acusado de ceder aos sindicatos. Marcelo dizia:“Durante muito tempo [o ministério] foi dominado pela Fenprof que influenciava a sua direção, mesmo com ministros e governos, com a visão de que deveria existir liberdade de escolha”.

A crítica ao sindicato não deverá voltar nesta fase, agora que é Presidente da República. Já a perspetiva de Marcelo sobre o ensino estatal e não estatal poderá não ter tanta margem de recuo. Rebelo de Sousa dizia há cinco anos que “o ensino estatal tem vindo a aumentar em quantidade”, mas que era “muito assimétrico”. E acrescentava: Já “a escola não-estatal tem vindo a morrer em quantidade”, mas tem ganho em “padrões de qualidade muito elevados. A escola estatal só ganha com a competição com a escola não-estatal”, dizia.

 

 

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