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Continua a polémica sobre o efeito cancerígeno do material usado nas escolas

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Depois da Quercus ter dito que sim e pelos vistos mantém o que disse, agora é o director do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas da DGS, Nuno Miranda, que diz-se “boquiaberto” com a afirmação da Quercus. Segundo Nuno Miranda, a Organização Mundial de Saúde diz que não existe nenhum indicador que o poliuretano tenha propriedades cancerígenas em seres humanos, invocando o maior estudo realizado sobre esta matéria.

Enquanto professor e pai, não posso aceitar que exista sequer uma dúvida sobre este assunto, já basta as escolas que continuam com o amianto nos telhados à espera de verbas que estão sempre prometidas e nunca mais chegam.

Volto a dizer, alguém tem de assumir responsabilidades por aquilo que diz ou que não faz.

E já agora, sobre os materiais serem altamente inflamáveis, alguém desmente???

O Ministro da Educação ontem no Parlamento disse o seguinte:

“Este Governo não deu quaisquer indicações, sugestões ou recomendações para se pouparem em materiais ou para se utilizarem materiais que são perigosos ou que ponham em risco a saúde das nossas crianças, dos nossos docentes e de todos aqueles que trabalham nas nossas escolas”

Ocorre-me naturalmente o óbvio, será que as construtoras não optaram por materiais mais baratos ficando com a verba excedente? Será assim tão impossível este cenário???

Fonte: Público

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