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Concurso Covid-19 | Quem Ficar Infetado Em 1º Lugar Ganha Um Pote De Dinheiro

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Estúpido, irresponsável, ignorante, absurdo, criminoso e sei lá mais o quê. Esta é a nova moda lançada nos Estados Unidos por um grupo de jovens.

Quero acreditar que o resto do mundo é mais inteligente e que tem mais amor à vida. Mas pelo sim pelo não, fica o alerta para escolas e famílias.


Jovens fazem concurso para ver quem é o primeiro a ficar infetado com COVID-19. O vencedor ganha um pote de dinheiro

Estudantes de Tuscaloosa, no estado do Alabama, nos Estados Unidos, estão a fazer festas em que convidam pessoas com a COVID-19 e fazem apostas para ver quem é que é o próximo a ficar infetado, reporta a “CNN“. Os eventos começam com os participantes a deixarem dinheiro num pote — o primeiro a ser diagnosticado fica com o valor ali colocado.

No início achámos que se tratava de rumores. Fizemos uma investigação e não só médicos confirmam, como também o estado recebeu a mesma informação“, disse à Sonya McKinstry, membro da Câmara Municipal de Tuscaloosa, à “CNN”, acrescentando que ouviu falar pela primeira vez nestes eventos através dos bombeiros.

Não é a primeira vez que se organizam férias nesta cidade, acontecimentos que deixam McKinstry “furiosa”. Relembra as consequências: “Não só é irresponsável, como podem contrair o vírus e levá-lo para casa dos pais ou avós.”

“Isto não é político. Isto é um problema de saúde pública. Há pessoas a morrer e não há cura. Temos de fazer tudo o que pudermos para salvar o máximo de vidas que conseguirmos”, acrescentou.

Tem havido várias festas ilegais neste estado, sendo que se calcula que haja ainda mais do que as contabilizadas. As autoridades têm feito esforços para interromper este tipo de ajuntamento, tendo também aprovado uma lei para a utilização de máscaras que entra em vigor já na segunda-feira, 2 de julho.

Fonte: MAGG

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  1. Covida-me para uma festa é uma opção política, como não poderia deixar de ser, e expõe acima de tudo as consequências sociológicas da opção política pelas estratégias da escola moderna no mundo ocidental. Vemos imagens, não só nos EU, mas no coração da Europa, em Bruxelas, no resto da Europa e também em Portugal, de hordas de jovens asininamente desafiando as regras da natureza e mostrando que se estão incomensuravelmente nas tintas para o sofrimento alheio que possam causar direta ou indiretamente com o seu comportamento. Abrigados no conformismo de grupo, nenhum sinal de neurónio independente esforçando-se vivo, para dizer, não, eu não vou por aí. Recordo que são jovens adultos, muitos universitários, indesmentivelmente num processo de adolescência retardada. Jovens superprotegidos pelas famílias, pela escola, pela sociedade, habituados a ser o centro do mundo, a quem nada foi negado e a quem as famílias escondem realizadas, os sacrifícios que fazem por eles, fazendo-lhes passar a ideia de um mundo fácil, fluído, em que têm direito a tudo e não têm nenhuns deveres, que todo êxito é fácil, garantido e sem esforço, o El Dorado espera-os e quem não consegue, com quem o conto de fadas não resulta, é um falhado, como nos ensinam, os Big Brother, esses sim a verdadeira escola da vida. Em quem acreditar, num professor que trabalha de madrugada a madrugada, para ter um carro velho e fazer férias de campismo, e que ao fim de 30 anos de serviço leva para casa 1300 euros, ou numa estrela de Big Brother que aufere no mínimo entre 6.000 a 7000 euros por mês, se não quiser ter a maçada de marcar muitas presenças. O estilo de vida promovido pela comunicação social, escola alternativa, é mais sedutor. Há muitas formas fáceis e deslumbrantes de levar a vida. A História ensina-nos que só a seguir a uma guerra é que há algum investimento no progresso moral das sociedades. É esta a sociedade que configuramos, são estas as opções civilizacionais que continuamos a alimentar, quem semeia, colhe. A educação é a incubadora dos cidadãos. Ninguém percebe a sua fundante importância política. Parece normal ao mundo que cidadãos livres tenham escolhido Bolsonaro e Trump para governar os seus países, o mundo comporta-se como se isso fosse normal, não sendo atravessado por uma eletrizante indignação como acontece em situações menos justificadas, e como se essa nódoa na História desses países não fosse consequência direta da formação dos cidadãos.

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