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Concorda com a redução da carga letiva dos alunos?

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12 COMMENTS

  1. Sim, a carga horária deve ser reduzida. Já fui criança, já fui adolescente e jovem estudante e, eu garanto, que se me fizessem a mim o que fazem aos jovens de hoje, eu não seria a jovem pacata que fui. Estar na escola o dia todo, sem poder usufruir da falta de um professor, sem tardes livres nem tempo para me divertir, vigiada a tempo inteiro por um cartão magnético e por metros e metros de grades a rodarem, com português e matemática a encherem-me a cabeça em lugar de sonhos, eu daria em doida e arrastaria na minha doidice alguns adultos.

  2. Acho que esta matéria não está nas cogitações da equipa do Costa mas, sim, até podia ser reduzida a carga horária.
    O problema é que logo teríamos a Confap a fazer um enorme chinfrim porque os pais não teriam quem tomasse conta das crianças, ao mesmo tempo que a Fenprof faria um autêntico chavascal porque o número de professores com horário zero aumentaria brutalmente!

  3. É impossível a um professor generalista dominar bem todas as disciplinas. A redução da carga letiva era importante. Os alunos por vezes deixam de ouvir o professor. Sempre o mesmo! O inglês nos casos que tenho observado tem sido um sucesso. É bom ver outra cara durante uma semana inteira sempre com a mesma.
    O Inglês já está instalado. Faltaria agora dar os restantes passos na Expressão Físico Motora, Musical, Plástica e Dramática. A criação de novos grupos de recrutamento à semelhança do que aconteceu com o Inglês não terá lugar com o ministro Tiago. A sua opção é a monodocencia, até porque o orçamento não admite brincadeiras e os professores do 1º ciclo são os que obtêm melhores resultados.

  4. Concordo com a redução de carga horária de todos os alunos de todos os níveis de ensino, o alargamento dos intervalos entre as aulas a fim de que os alunos brinquem, conversem, dialoguem com os colegas, tomem o pequeno almoço ou lanche calmamente, se legisle no sentido da não obrigatoriedade de realização de Trabalhos de Casa, e seja quer o ensino, quer a alimentação, quer todas as despesas escolares, tais como, manuais escolares, totalmente gratuitos pelo menos para todos os alunos, quer do ensino público, quer do ensino privado, até ao nono ano de escolaridade, inclusive, pois está comprovado cientificamente que crianças mal alimentadas e que passam fome, e não quer dizer que sejam só e exclusivamente as provenientes de famílias mais carenciadas economicamente, têm quocientes de inteligência inferiores às demais, sendo as consequências dessa carente alimentação ou falta de alimentação na totalmente, totalmente irreversíveis. Isto é, mesmo que crianças que tenham passado necessidades elementares e básicas, venham a ser compensadas posteriormente dessas carências alimentares, jamais recuperarão dos efeitos nefastos provocados por tal situação vivida. Em suma, se queremos ter alunos bem sucedidos, em termos escolares e profissionais, alunos mais capazes de enfrentar os desafios da atualidade, temos que lhes proporcionar as condições mais elementares, como é as de terem uma excelente alimentação. Por este motivo a fome deve ser totalmente combatida no planeta Terra e completamente erradicada e em todo o mundo. A mulher deve ser apoiada sempre, principalmente durante a sua gravidez, pelo que o estado trem a obrigação de zelar pelo bem das pessoas geradoras de Vida, dos futuros cidadãos da nossa sociedade e do mundo. Erradique-se a miséria, erradique-se a fome no mundo. O estado deve aumentar os valores dos abonos de família, independentemente do fator emprego e rendimentos da família, pois famílias com mais rendimentos não significa que invistam mais nas suas crianças, e deve a assembleia da república legislar no sentido de criar mecanismos que exijam que o dinheiro do abono de família seja pura e simplesmente utilizado no fim a que se destina, em benefício da criança, e ainda, que incentivem a que todas as famílias invistam mais nas suas crianças, inclusivamente através até de benefícios fiscais.

  5. A monodocência deve permanecer no 1º Ciclo porque é, simplesmente, a que obtém melhores resultados (e não falo dos resultados dos testes nem nas disciplinas de Português e Matemática). A monodocência em crianças desta faixa etária, é a regra na maior parte dos países e a tendência é alargar esta prática até aos 12 anos, aproximadamente. Só em Portugal, sem qualquer tipo de estudos , ou de evidência científica, é que alguns agrupamentos teimam, em experimentalismo que espartilha este ciclo de ensino em várias disciplinas. Os resultados são maus.. mas não importa se serve a ideia que algum senhor diretor tem para o Ensino!
    Sim, a carga curricular devia ser reduzida, em todos os ciclos: Devia haver um período, na parte da tarde, sem constrangimentos de horário, onde os alunos pudessem ter diversos tipos de Expressões.
    Depois as crianças passam demasiado tempo na escola mas, isso é outra história… Aqui ninguém mexe , ou não fosse Portugal um, dos países onde se respeita menos o direito que os pais têm em estar com os filhos, e onde muitos encarregados de educação são penalizados quando tentam usufruir dos direitos consagrados na Lei.

    • Óbvio. Os alunos portugueses são os que mais cedo deixam a monodocência (aos 9/10 anos). No dia em que acabar, a indisciplina que no 1º ciclo ainda vai sendo contida, dispara para os níveis registados nos 2º e 3º ciclos.

      Já alguém se questionou dos motivos que levam uma série de miúdos a acumular faltas disciplinares mal chegam ao 5º ano, vindos de 4 anos onde nunca tal sucedeu?

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