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ComRegras Lança Apoio Psicológico Para Docentes E Não Docentes

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Cerca de 70% dos professores estão em burnout.

Nas últimas semanas foram conhecidos vários casos de professores e assistentes operacionais agredidos, que apresentam evidentes sintomas de stress pós-traumático.

Urge cuidar dos nossos profissionais que diariamente se apresentam nas escolas em ambientes de elevada intensidade e de desgaste rápido.

O ComRegras pretende estar na linha da frente com os seus colegas docentes e não docentes, tendo para o efeito criado um Contador que registará todas as agressões a estes profissionais. Hoje é dado mais um passo, disponibilizando um serviço especializado para os profissionais deste ramo. Apesar de não ser gratuito, pois este blogue não tem quotas como os sindicatos, o ComRegras conseguiu negociar condições especiais para os seus leitores.

O ideal é que nada disto seja necessário, mas fica presente que deste lado está sempre alguém disposto a ajudar-vos.

Afinal, somos todos colegas 😉

Eis as nossas psicólogas de serviço:

  • Primeira consulta online gratuita e nas presenciais 20% de desconto.
  • Consultório em vários locais na zona de Lisboa (Saldanha, Mem-Martins, Carcavelos, entre outros.)
  • para entrar em contacto, aceder à página de facebook ou via email: [email protected]

  • A Oficina de Psicologia apresenta uma política de honorários diferenciados, logo à partida. Este é um esforço para dar acesso a tantas pessoas quanto possível às intervenções psicológicas de qualidade pelo qual a clínica é reconhecida, onde todos os Psicólogos da equipa recebem formação frequente e supervisão clínica semanal.
  • Possibilidade de desconto de 10% na aquisição de 10 consultas (quando tal é adequado ao plano de intervenção previsto).
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2 COMENTÁRIOS

  1. Já é uma ajuda para quem não for [email protected]
    Contudo, permita-me uma sugestão, já que o problema está a montante.
    Todos os departamentos curriculares de todas as escolas escreviam um texto sobre as causas e os efeitos desta realidade quotidiana, não esquecendo o enquadramento socioeconómico, e dirigiam-no ao Ministro da Educação. Normalmente, na ordem de trabalhos há o ponto “Outros assuntos”, permitindo que nasça aí a minha sugestão. @s não docentes podem fazê-lo durante uma reunião de trabalho que tenham, seguindo a mesma lógica. Após envio ao ME, divulgavam nos blogues o seu contributo.

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