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ComparaJá.pt | Educação Financeira: Impostos que os Portugueses Pagam

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É comum ouvir dizer-se que Portugal é um dos países da União Europeia onde os cidadãos pagam mais impostos, da mesma forma que os seus valores são os mais elevados. Mas será mito ou facto? Quais são os impostos que pagamos? Sempre com o objetivo de ajudar a educar financeiramente os portugueses, a plataforma ComparaJá.pt desconstruiu os principais impostos que são pagos em território luso.

O autor norte-americano Oliver Holmes afirmou uma vez que “os impostos são aquilo que se paga para se ter uma sociedade civilizada”, introduzindo a ideia de que os Estados cobram uma quantia de impostos para que os cidadãos, numa base de igualdade e justiça, possam aceder a um conjunto de serviços básicos, como a saúde e educação.

A literacia financeira dos portugueses, apesar de existirem cada vez mais esforços no sentido contrário, não é a mais desejável. Como tal, é importante fazer, em primeiro lugar, a distinção entre impostos diretos e indiretos:

Enquanto os primeiros incidem sobre o rendimento dos cidadãos ou das empresas e são progressivos – isto é, quem tem mais rendimentos, paga mais (exemplos de alguns impostos diretos são é o IRS e IMI), os segundos são aplicados aos preços de bens e serviços, transformando a taxa aplicável consoante o tipo de produto (tal como o famoso IVA).

A aula está dada, é tempo de conhecer os impostos que pertencem a cada uma destas duas categorias:

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Quando o Governo desenha o Orçamento de Estado (OE), tem obrigatoriamente de ter em consideração todos os mecanismos de tributação acima descritos, principalmente tendo em conta que é através deles que arrecada as receitas para fazer face às despesas do Estado.

Resumindo e concluindo, e sabendo de antemão que a carga tributária é composta por processos que influenciam diretamente as finanças pessoais de todos os contribuintes, ter conhecimento, todos os anos após a aprovação do OE, das alterações efetuadas em cada um dos impostos, apresenta-se como uma atitude prudente para quem não quer perder o rasto às alterações aos impostos.

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