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Como estarão as Finanças do nosso País?

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Chegou o tempo de pensar o País, já, com realismo e sem partidarismos, nem ideias inconsistentes, e muito menos a tentar tudo baralhar para haver eleições Legislativas urgentes. Esperemos que nem os três Partidos apoiantes do actual Governo a tal forcem, e muito menos os que deixaram de lá estar, anseiem tão cedo por regressar. Tudo tem o seu tempo, e este é o deste Governo se souber e o deixarem governar!

porquinho mealheiroTemos assim, um Governo legítimo, legal e com vontade, e maioritariamente com bons ministros, um Presidente da República muito bem eleito, e nada mais a faltar para nos distrair do essencial.

Assim, será o tempo de pensar as nossas Finanças públicas e privadas. No País.

Quanto ainda devemos do PIB? 129,%, uma calamidade. Que novas Empresas produtivas e criadoras de bens transacionáveis e serviços foram criadas no último ano?

Que emprego foi de facto conseguido com ou sem contrato a prazo?

Como vai de facto crescer o nosso PIB, e diminuir a nossa Dívida?

Quando deixaremos de pensar – dado ser inverdade – que nestes últimos 4 anos tudo, tudo melhorou e hoje estamos bem? Vejam-se os bancos!

Quando deixaremos de pensar que se fizermos de conta, ou tentarmos estar sempre em campanhas eleitorais o nosso País resolve-se, como por milagre?

Quando será que os Partidos políticos, e aqui todos e cada um, assumem que é mais importante o País e nós População, que eles Partidos?

Quando será que os nossos sindicatos ou parte destes – alguns parecem em pleno PREC, ainda – assumem que não defendem os “trabalhadores” estando sempre do contra? Incitando a greves, a paragens? Em vez de negociarem aberta e claramente o que deve ser possível para construirmos com todos os empregadores e com todos os empregadores, um País melhor?

Quando, senhores doutores das Finanças e das Economias e sem receios, nos falam da realidade do País, que passa o tempo a pedir dinheiro emprestador para não faltar com pagamentos já amanhã, mas que implicitamente implicam mais pedidos de mais dinheiro emprestado num ciclo vicioso sem fim, dado não criarmos riqueza para pagar esses eternos empréstimos! Quando?

Quando, os nossos políticos todos assumem que não é na crítica fácil, na berraria, no muito tempo de antena que se resolvem os problemas gravíssimos que temos?

A Grécia está esquecida, por conveniência, mas estamos mais próximos do que parece deles que da Alemanha. Cada vez mais. Claro que a Alemanha é arrogante, mas nós gostamos muito dos automóveis alemães, e dos mais caros. Claro que a Alemanha é altiva, mas quando toca a trabalhar, trabalham mais e falam menos, e nós com e como portugueses, temos cá dentro esse exemplo na AutoEuropa e na Continental. Mais 7 de cada e o País estava resolvido positivamente com futuro. E agora? Como estamos? Mal, muto mal. e ninguém fala nisso? Ou estamos bem …………??? que não estamos!!!

Augusto Küttner de Magalhães

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