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Comentário da Semana | Recados

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Educação Inclusiva Com Problemas De Integração

Com o argumento da inclusão vamos banir os professores de ensino especial, poupar uns cobres, enganar os pais que pensam que os filhos vão ser “iguais” aos outros, e vamos enganar o mundo inteiro com estatísticas lindérrimas de sucesso… Se não estivéssemos a falar de seres humanos, ainda por cima dos mais frágeis eu daria uma gargalhada, assim, fico tão, mas tão triste e revoltada que só me apetece bater em alguém! Leia-se a todos os tipos e tipas que tiveram esta linda ideia!” Helena Pereira

Os erros devem assumir-se e corrigir-se. Quando está em causa a integração de alunos com necessidades especiais, essa correção torna-se urgente. Se nada vier a ser alterado, por este ou por outros governos, serei levado a concluir que deixaram de querer ajudar estes alunos. Retiraram-lhes direitos, desinvestiram nestas crianças e jovens. Que tristeza…”          Luís Osório

Tenho 45 anos… vivo num quarto… vejo a família 2 dias por semana… Quem sou eu? Sou professor contratado…

“Filha de professores… sei bem o que isso é . Não são só os pais que sofrem mas toda a família . E em casos de famílias monoparentais… os filhos tem que acompanhar os pais.”
É a distância, as constantes adaptações (aos alunos, colegas, escolas…), famílias desagregadas…vida de professor contratado (daqueles que se fazem à vida, subentenda-se) é toda uma história digna de publicação. Muita força para todos nós. Somos mais fortes do que pensamos!” Cristina Carreiro

E se os alunos avaliassem os encarregados de educação?

É perverso. De resto como pôr os alunos a avaliar os professores. E não por falta de humildade, destes ou dos pais. Aliás, a importância que as avaliações assumiram, quer na escola, quer no mundo laboral em geral, é disruptiva e perturbadora do trabalho e um obstáculo à tão louvada “produtividade”. Se é inegável que os miúdos precisam de estar com os pais e de que estes os criem (para usar uma palavra antiga e precisa), a ideia de os fazer preencher grelhas de avaliação dos pais é no mínimo perturbadora e traz consigo reminiscências de um passado assustador. Também gostava de saber, já que o politicamente correcto nos oferece agora uma labiríntica lei de protecção de dados, como se integraria nesta moldura legal a ideia de avaliarem as crianças os seus progenitores.” Soledade Diamantino Santos

Pois… não vejo assim. Acho que nunca se deverá pôr crianças nessa situação.
Parece-me, sim, que a sociedade deverá ter meios de controlo, acompanhamento, apoio, ou mesmo, de responsabilização e, para casos extremos, outras “energias”, para as famílias que evidenciem dificuldades , incapacidades ou negligências com as crianças à sua guarda. Não somos, por natureza, uma sociedade preventiva, infelizmente. Sim, dá mais trabalho prevenir, acompanhar, controlar.” Graça Bastos

Quantos professores sindicalizados há em Portugal?

Pelos comentários vê-se logo qual a união que existe entre sindicalizados. Fui sindicalizado até em tempos que era obrigatório mas só com direito a contribuir. Muitos não se lembram ou não sabem mas era assim. Com a vinda da democracia todos pensámos que fazer parte como sócio ou ate dirigente de um sindicato, era uma maneira de contribuir para a cidadania e também nos fazer sentir que havia um organismo em representação de um grupo de trabalhadores de acordo com a legislação em vigor, no sentido de os informar sobre os direitos e os deveres de e para com o patrão. Acontece que com a moda da democracia avançada, tanto sindicatos e sindicalizados, passaram a ser todos rotulados de comunistas e de então para cá, como ninguém quer ser comunista nem sequer se sindicaliza, isto no público. Se for no privado, então, um candidato a ser sindicalizado é também um candidato a não ser aceite na empresa. Greve? Só a dos Taxistas é inédita porque conseguem ter trabalhadores juntos com as entidades patronais!”         Manuel Crúzio

 

Comentários retirados da página do Facebook do ComRegras

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