Início Rubricas Comentário da Semana | Novas Formas de Luta Precisam-se

Comentário da Semana | Novas Formas de Luta Precisam-se

324
0

Fenprof Rejeita Proposta Do ComRegras Para Greve Financiada

“Qualquer cidadão BEM informado percebe (ou deveria perceber) que as lutas travadas são em prol de uma educação digna para TODOS… os professores não precisam de apoiantes, precisam que tenham respeito pelo que fazem. Toda a desconsideração de que têm sido alvo é tão e somente porque não há o tal respeito. É claro que as greves são sempre um grande aborrecimento para os pais, mas têm servido para encher os bolsos do estado, os descontos na folha são elevados, demasiado elevados, para quem Luta pelos vossos e nossos filhos.” Ingrid Cabral   

“… só o desabafo legítimo de quem se preocupa mas permita -me dizer que tb é de quem não conhece a luta por dentro… os direitos dos professores englobam TUDO o que diz respeito à Educação: condições das salas, dos materiais, do tempo para preparação de aulas, das avaliações dos alunos (ou da falta delas)…”   Cristina Pimenta 

Prós E Contras De Uma Greve Prolongada Ao 12º Ano E Avaliações Finais

“Os professores estão cansados de ser responsáveis, de pensar primeiro nos alunos… Eu estou disponível para fazer Greve ao 12 ano!
Consequências ficam do lado de um Governo que nos trata mal, espezinha e despreza como se nos fizesse um favor em repor os 942 de que se serviu para tapar os buracos da incompetência política, da fraude, da fuga aos impostos dos mais ricos!!
Eu digo BASTA!!”   
Maria Isabel Silva

“… permita me que discorde. Andei 27 anos a fazer centenas de quilómetros por mês, fui trabalhar doente, ajudei sempre que pude os alunos. Agora, chegou a hora de pensar na minha reforma, pois nenhum aluno está minimamente preocupado com a minha pessoa. Ninguém me diga que estou na profissão errada, porque não estou!!!! Aproveito para lhes mostrar o significado da ética, da moral, da justiça e do reconhecimento pelo trabalho honesto. Por isso, também faço isto por eles. Caso contrário, terei vergonha do legado que lhes deixar.”    Carla Oliveira  

Os rankings escolares são como as omoletes

“Tem toda a razão… São incomparáveis! Vergonhoso este tipo de comparação valorizem o esforço de toda a equipa das escolas públicas onde todos os recursos são escassos! Parabéns a todos aqueles que se empenham foz formar bons alunos com o pouco que eles possuem… valorizem mais aqueles que realmente merecem esse valor!!!”   Fatima Queiros

“É mesmo comparar o incomparável. As escolas públicas recebem todo o tipo de alunos, as privadas só querem os bons porque quando os alunos não têm bom aproveitamento não os aceitam e, por vezes, a meio do ano mandam-nos para as públicas que são obrigadas a aceita-los.”    Adélia Maria Mota

Flexibilizar Ou Facilitar? Eis A Questão

“A Escola pode e deve mudar. Penso que ninguém contesta este facto. Se a flexibilização é o caminho, tenho as minhas dúvidas.O ME, vende o decreto 55 e 54 como tivesse descoberto a pólvora. Primeiro, muitos professores já faziam projectos nas escolas. Segundo, copiar um manto de retalhos de modas educacionais de outros países, não significa que tenha compreendido a realidade educacional das nossas escolas. Terceiro, implementar uma pseudo reforma sem assegurar, atempadamente, as condições necessárias para garantir a exequibilidade do processo é falta de visão sobre as mudanças estruturais de que carecem o sistema. Quarto, vender livros como forma de formar professores, é falta de seriedade. Quinto, chamar de autonomia à rebaldaria instalada nas escolas, onde até a distribuição da matriz curricular é à vontade do freguês é, no mínimo, irresponsável. Sexto, achar que as TEIP são um excelente modelo educacional e querer alargá-lo, é promover o elitismo educacional, contentando-se com a alfabetização da maioria. Sétimo, projectos de “folclore” não são sinónimo de aprendizagem significativa e de aquisição de competências reais e necessárias aos alunos. Por último, as crianças e jovens não sofreram nenhuma alteração genética significativa, logo clichés como: a matemática ou outras aprendizagens não se adequam ao perfil destes alunos; o ensino é do século XIX; os alunos aprendem tudo no google, não passam de tiques do “eduquês.” A Escola pode e deve mudar. Para isso, era importante que a Educação deixasse de ser uma feira de vaidades, e que quem faz parte dos órgãos de soberania se comprometesse a reflectir e construísse um caminho sólido a percorrer. P.S. Testes de avaliação são um instrumento, não são critérios.”  Cassilda Coimbra

 

 

Comentários retirados da página do Facebook do ComRegras

COMPARTILHE

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here