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Comentário da Semana | (Des)ilusão!

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Greve de Professores de 13 a 16 de Março

“Houve quem quisesse acreditar que agora é que ia ser…com este ministério sim… Agora tudo se resolveria, finalmente. Estávamos bem “entregues”: os programas, os exames, as carreiras, a gestão, os concursos, o Respeito e a dignidade para a profissão docente. Tanto silêncio para enorme (des)ilusão!” Graça Bastos  

Adiado para abril o aumento de salários dos professores

“Não são aumentos! São reposições e progressões. Os aumentos nem sequer são objeto de pensamento, qt mais de análise e consideração!” Tânia Silva 

“Penso que se fossemos unidos e cumpríssemos estritamente as 35 horas que temos como qualquer outro funcionário público, as escolas paravam sem necessidade de sindicatos e afins. A realidade docente rapidamente afetaria toda a comunidade escolar dos quais pais e alunos fazem parte pois os testes não seriam entregues após fins de semana a trabalhar para a escola em detrimento da família, por exemplo. Neste preciso momento de interrupção letiva (e não de férias como muita gente pensa e que nós alimentamos ao não elucidar as pessoas) e falo por mim, cumpri mais que as 8 horas diárias de trabalho a corrigir centenas de testes. Fica a sugestão.” Isabel Marques

 

Os trabalhos de casa violam o código do trabalho

“Algumas questões levantadas são pertinentes, podem e devem ser discutidas. No entanto, é preciso fazê-lo em contexto. Temos crianças assoberbadas com trabalhos de casa? Temos. É trabalho infantil, poupem-me. Se vamos discutir o direito à infância, comecemos por questionar o modelo educacional da escola a tempo inteiro, tão aplaudido por muitos e tão útil a outros tantos. Falemos da “pseudo reforma” da flexibilização curricular com a continuidade dos extensos e complexos programas curriculares, com a obsessão de exames e rankings e todas as incoerências existentes, quando confrontados com o perfil do aluno no final da escolaridade obrigatória .Reflicta-se também no discurso “bipolar” do apontar o dedo, não só aos pais que “negligenciam” a educação dos filhos, como também aos que se preocupam em demasia. Reveja-se ainda, a filosofia populista, assente no discurso gratuito, que a escola actual é inadequada a esta “geração tecnológica” e , no trauma que estamos a infligir a estas crianças e jovens, com a exigência de responsabilidade e trabalho.” Cassilda Coimbra

 

Comentários retirados da página do facebook do ComRegras

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