Início Escola Calendário Escolar para 2018/2019

Calendário Escolar para 2018/2019

350221
34

 

Download [319.04 KB]

COMPARTILHE

34 COMENTÁRIOS

  1. Eu continuo sem perceber o motivo pela paragem de 3 dias dos professores no carnaval….. não conheço mais nenhuma profissão, funcionário público ou não, que o faça….. mas se calhar o problema sou eu a pensar com os nervos….

    • O outro funcionário público não leva serviço para casa, não trabalha até altas horas da noite, para, no outro dia, estar ao serviço. Terminado o serviço, encerram o PC, fecham a porta e pura e simplesmente desligam mentalmente. Gostava que todas as pessoas passassem pela experiência de serem professores, durante um mês, para perceberem “o outro lado” da história.

      • Se não aceita bem a crítica, por favor não generalize! Conhece o trabalho de todos os funcionários públicos, para falar assim? Acho que fica mal expressar algumas frustrações generalizando e depreciando o trabalho dos outros! Assim correrá o risco de lhe dizerem que foi a profissão que escolheu!

    • Mas ainda temos de estar com explicações???? Tem filhos??? Então pense!!! Se utilizar o cérebro talvez chegue lá….
      É que não há pachorra, temos direito a respeito, tanta pergunta, olhe-se ao espelho no final do dia e aponte a si própria o seu próprio dedo…

    • Quem critica os professores com inveja que vá para professor e deixe de os chatear.
      Contudo que, é professor devia ter vergonha de se lamentar, porque se fossem trabalhar 1 mês no privado ficavam a perceber melhor o que são horários, ferias, salários, greves, dispensas, “patrão” à vista e pressão. Cada qual escolheu o seu trabalho ou desempenha aquilo para que tem competência: publicos, privados, operarios ou empresarios. Olhem para si próprios, basta de lamentações e invejas do vizinho. Tenham brio no que fazem e se não gostam, mudem, porque se não mudam é porque não são capazes e neste caso parem de se lamentar e serem invejosos.

  2. É como as férias de verão. Também deveriam ser apenas para os alunos, mas em Julho e Agosto não se avista qualquer professor nas escolas. Mais: quando por ventura têm uma reunião já em Julho, fazem um queixume de fazer chorar as pedras da calçada!! Os contadinhos 23 dias de férias da função pública não são para todos!

    • Espero sinceramente que não tenha filhos em idade escolar, porque como os professores estão de férias, não se fazem turmas, não se corrigem exames, não se apreciam recursos de notas e/ou exames…
      Quando as aulas recomeçar em em Setembro, serão os outros funcionários públicos, cujas férias acabaram mais cedo, os responsáveis pelas eventuais “trapalhadas” que possam existir.

    • É triste que ainda existam pessoas com esta mentalidade. Os professores têm os mesmos dias de férias que qualquer funcionário!

      • Isso é assim em teoria,mas na prática sabe que não é. Em Julho já estão de férias , podem ter de ir à escola muito pontualmente durante uma hora para uma reunião mas o resto são férias apesar de no papel só estarem oficialmente de férias em Agosto.
        São os funcionários públicos com mais férias, é um facto.

    • Diz o povo com razão: “vozes de burro…”
      Fantástico como as pessoas adoram mostrar a sua própria ignorância e como ainda a publicam e fazem alarde dela…
      Eu explico: os professores, tal como qualquer assalariado, tem 22 dias úteis de férias por ano. A interrupção das atividades letivas é para os alunos. Nessa altura, os professores têm trabalho: avaliações, reuniões de grupo disciplinar para articulação/programação; reuniões de conselho de turma; elaboração de fichas/testes… E posso continuar… Acredite que a lista é grande.
      Por outro lado, esqueceu de referir que ao contrário de muitos outros assalariados, os professores levam para casa, em horário pós-laboral, uma enormidade de trabalho: trabalhos, fichas e testes para corrigir (e exames na altura deles – os tais meses que diz que eles estão de férias), relatórios, etc…
      Depois, há toda a preparação dos anos. Talvez não saiba, mas o ano letivo não aparece pronto. As turmas não aparecem feitas; os horários não aparecem feitos; e todo um conjunto de atividades tão necessárias aos nossos filhos e ao seu bem-estar.
      Por fim, ainda têm que aturar as faltas de respeito de alunos e encarregados de educação… a este tipo de comentários…
      Felizmente não sou professor. Nem invejo esse tempo que diz que eles têm livre. Mas, aqui para nós, se isso tanto a seduz, tenha a coragem de se candidatar à carreira docente. O Ministério da Educação abre vagas todos os anos.
      Sugestão: tenha a bondade de se documentar antes de falar do que não sabe. Caso contrário, ficamos todos a saber uma coisa: deveria ter aproveitado melhor o tempo que passou pela escola. Pelos vistos aproveitou pouco e mal.
      Já agora, um abraço de profunda admiração a essa classe tão pouco estimada e apreciada: os professores. Bem hajam pelo que fizeram pelas minhas filhas. Hoje são alguém na vida, graças a vós.
      Bem hajam.

      • Realmente os professores gostam mesmo de se armar em coitadinhos!!! Eu sei do que falo porque, não sou professora, mas tenho familiares diretos que o são, por isso posso falar à vontade.
        É verdade que os professores têm trabalho para fazer em casa, mas essas horas são consideradas como não letivas, ou seja, as 35 horas que qualquer funcionário público trabalha já englobam essas horas não letivas (é preciso não esquecer que os professores não tem 35 horas de aulas para dar, mas sim vinte e tal, o resto das horas é precisamente para esse trabalho “extra”).
        Quanto ás férias, não é verdade que tenham todo esse trabalho. Basta atentar nas férias de Natal e de Páscoa, os professores têm os dois ou três primeiros dias com reuniões, certo, mas o restante nem põem os pés na escola, não me venha com tretas. quanto muito, alguns desses professores, podem trabalhar mais um dia ou dois, mas a maioria, no final das reuniões, na prática entra de férias.
        É um facto que os professores não vão para as escolas porque, de facto, não têm o que fazer, mas podem ficar sossegadinhos em casa.
        A única altura em que alguns dos professores, mais do 3º ciclo e secundário, têm esses tais trabalhos para fazer (turmas, horários, programação, etc.) é nas férias de verão, mas não vão todos os dias à escola, nem cumprem as 35 horas semanais que todos os outros cumprem. Para não falar dos professores do 1º ciclo que, após as reuniões de final de ano, nada mais têm para fazer, conhecendo até alguns que vão para o exterior de férias logo em julho, quando teoricamente não estão de férias.
        Portanto, estes pontos que tanto apregoa como trabalho não são os suficientes para afastarem a alegação, comprovada, que, de facto, na prática, os professores têm mais dias de descanso que a restante população. E essas horas que refere como tendo que trabalhar em casa fazem parte do horário dos professores e não são necessárias diariamente, porque não há alas para programar todos os dias, nem testes para preparar e corrigir todos os dias, etc.
        Eu reconheço e admiro o trabalho dos professores e estou de acordo com algumas das vossas reivindicações, mas neste aspeto não se podem queixar e são uns privilegiados.

        • Muito bem dito e explicado. Tambem não tenho nada contra os professores ou contra as suas reividincações porque todos gostamos de melhores condições, mas é um facto tudo aquilo que aqui descreve. Esqueceu-se de um pequeno pormenor, o subsidio de refeição que tambem é pago nesses dias que supostamente deviam estar a cumprir horário na altura das férias escolares. Façamos as contas

    • Santa ignorância, e mesmo que estivessemos de férias, até deveríamos ter direito a mais dias, isto de estar de 45 em 45m, por dia com 25 a 30 pessoas, gerir comportamentos, ter o cérebro sempre ativo para as mais incríveis perguntas, ser capaz de raciocionar sobre os mais diversos assuntos da atualidade, científicos e culturais, e chegar ao fim do dia ainda ter mil textos, trabalhos, testes para corrigir, para além das benditas reuniões que cada vez são mais, não é para todos, cara senhora. Isto já para não falar do choro de que fala, muitas vezes interior, porque em vez de estar com a família, um dia, uma noite, uma tarde, de estar com os filhos, temos de estar com os filhos dos outros e ainda dar-lhes a educação que não têm em casa, ensinar-lhes a fundamentar as suas opiniões com argumentos concretos por exemplo. E desengane-se, adoro ser professora o que detesto são os comentários de néscios sobre esta profissão tão digna e a ousadia de alguns em opinar sobre a atuação de professores, aqueles que formam e educam. Se não tem nada de importante para dizer cinja-se ao silêncio, há demasiadas opiniões que caem por terra precisamente porque as pessoas não têm conhecimento do que falam.

      • Nem merece comentários!! Eu também trabalho 7 horas efetivas e devido á responsabilidade do meu trabalho, tenho de estar sempre alerta e pronta a tomar decisões em segundos! Casa profissão tem as suas vantagens e desvantagens, e os professores não são melhores nem piores que os outros. Portanto, pare com as lamechices.
        E aqueles professores que passam a vida a faltar, que não explicam devidamente a matéria aos alunos? Como vê há bons e maus profissionais em todas as áreas e a vossa não é exceção. Não posso aceitar é que ajam como se a vossa fosse a única relevante! É relevante, sim, como todas as outras, incluindo os vossos assistentes técnicos e operacionais que, sem eles, a escola não funcionaria!!

    • em julho estou lá o mês todo em reuniões todos os dias, não fale do que não sabe e muitas vezes reuniões até ás 20h , tendo que pedir favores para ficarem com a minha filha pois o ATL fecha ás 19h 30m e de manhã como entro às 8h 15m tenho de pagar para o ATL pois a escola dela só é às 9h, quem me dera entrar às 9h e sair às 17h 30m e não fazer mais nada. Não ter de corrigir testes até de madrugada 8 turmas = 300 alunos = 300 testes para corrigir em duas semanas.

  3. Xana: A próxima vez que for a uma escola em Julho ou Agosto, peça para entrar nas salas de reuniões ou espere à porta durante o dia, antes de dizer asneiras. Interrupção das actividades lectivas e férias dos professores são coisas diferentes. As actividades lectivas são apenas uma parte (nem sequer a maior) do serviço dos professores.

  4. Efetivamente tenho tido tantas férias ao longo de quase três dezenas de anos que o ministério ainda me deve meses…novamente neste ano ( e que nada tem a ver com as greves, pois a correção de exames fez-se no prazo habitual), estive a corrigir exames até dia 30 de julho e em agosto ainda estive a fazer reapreciações. Já vou trabalhar amanhã, e nem dei pelas férias. Efetivamente durante parte de junho e julho não me vêm na escola: estou a corrigir exames, à borla!E não os posso trazer de um lado para o outro; os agentes da GNR também não são pagos para andar atrás de mim! Assim, tenho de os corrigir em casa.
    As formações, obrigatórias são pós laborais e aos fins de semana (não é no horário de trabalho..e chamam-lhe plenários e outras coisas interessantes) as reuniões, na sua maioria também são pós laborais, etc, etc…há muitas reuniões…e fui por opção para esta profissão, onde faço diariamente dezenas de quilómetros. E há muitos bem piores!! Já tenho colegas que foram meus alunos e cujos pais entendem e, quando falam, sabem do que falam.
    Ás vezes não é por ignorância que se dizem certas coisas, é pura estupidez.

    • Olá, Senhora Professora Lai.
      Também eu ficaria incomodada com a intervenção da Xana.
      Claramente merecedora do maior repúdio.
      No entanto, se concordo com a sua intervenção do ponto de vista do conteúdo, já o mesmo não acontece do ponto de vista da forma. Senão, vejamos:
      1 – uso deficiente e inadequado de alguma pontuação, assim como do uso dos parágrafos. Certamente que qualquer dos seus colegas de Português a poderá ajudar;
      2 – a determinada altura refere: “Efetivamente durante parte de junho e julho não me vêm na escola.” Na verdade, o uso do verbo está incorreto. Deveria ter escrito “veem” e não “vêm”. Esta última é uma forma do verbo “vir”, quando quer usar o verbo “ver”;
      3 – De seguida refere: “os agentes da GNR também não são pagos para andar atrás de mim!”. Novamente o verbo mal utilizado. Deveria ter usado a forma no plural “andarem”, já que o sujeito está no plural e o verbo necessita de fazer a concordância com o este;
      4 – Mais à frente, refere o seguinte: “E há muitos bem piores!!”. Aqui, deveria ter escrito o adjetivo no singular. No plural adquire um outro significado. Deixa de se referir ao facto de existirem colegas em situação pior que a sua;
      5 – No último parágrafo, começa com um “Ás”. Suponho que não se refere a um “ÁS” de trunfo, mas quereria dizer “Às”. A preposição contraída com o determinante tem acento grave e não agudo como escreveu.
      Há outros aspetos textuais que mereciam reparo (para além da pontuação, a que já fiz referência), no entanto, creio que para alguém que forma as futuras gerações e até corrige exames, os exemplos que referi servem para recomendar um melhor uso da língua portuguesa.
      Recomendo que tenha a humildade de pedir ajuda a algum colega de Português, evitando passar por estas vergonhas.

  5. Xana: Tem toda a razão! É uma vergonha de facto. Obviamente (e felizmente que ainda há quem dignifique a grande profissão com enorme responsabilidade na sociedade que é PROFESSOR.
    O ano escolar ainda nem começou e já estão a ameaçar as crianças com mais dias de greve! Prejudicam as crianças, que nem direito de voto ainda têm.
    É tão mau tão mau e tão duro ser professor (conforme alguns alegam), no entanto, continuam a querer seguir esta carreira.
    Triste é ver uma função tão digna de respeito como profissional de educação ser manchada por um grupo restrito de indivíduos com uma agenda muito própria.
    Por favor, não quero de todo ofender nem desrespeitar ninguém. É uma mera opinião que como todas as outras, tem o valor que cada um quiser dar.
    António Correia

  6. Não sou professor nem seu advogado ! Sou pai !
    A função de professor é das que mais trabalho tem extra aulas ! Inclusive em casa , quando outros estão a ver TV !
    Demagogia quando se compara o nosso calendário escolar com outros ! Por exemplo , também não temos a paragem escolar chamada de ” Semana branca ” que outros países tem !
    Alguns queriam era 12 meses de escola para terem onde deixar os filhos ao cuidado de alguém !
    Assim como outras paragens !

  7. Toda a gente sabe que a carreira docente é fantástica e cobiçada. Quem tanto a aprecia, pode sempre se dar ao trabalho de se candidatar… Até tem a vantagem de se poder fazer turismo em Portugal. 👍👍👍
    E todos sabemos que só se lida com gente maravilhosa nas escolas, sejam colegas de trabalho, superiores hierárquicos, funcionários, Encarregados de Educação, alunos esmerados, trabalhadores e muito polidos.
    Graças a Deus que subsiste uma área em que todos ambicionam trabalhar: a docência.
    Deve ser por se respeitar a classe docente… Ou será o salário que é assim tão aliciante?…
    👍👍👍

  8. O problema dos pais hoje é esse mesmo , os velhos para o Lar de 3ª Idade assim que começam a dar trabalho extra aos filhos , nem que sejam Lares Ilegais , tudo serve . E , as crianças logo que tenham 4 meses de idade os carregam para as creches afim dos outros os aturarem . Depois , nas escolas #dos grande# igual modo , o máximo de tempo fora de casa e para isso até se arranja uns euros para atividades extra escola . O conceito de família já não existe , existe sim uma mecanização virtual de família . Depois , aparecem constantemente faltas de civismo e violações de liberdade de terceiros . As crianças hoje são instruídas como máquinas robotizadas e obedecendo a padrões , nem que para isso tenham de recorrer a drogas como a Ritalina e afins , uma espécie de ideais de Hitler . E para finalizar , depois aparecem dados falsos , como por exemplo ontem onde apareciam os professores do básico numa escala da OCDE em 10ª lugar , pois ganhavam 54 mil euros por ano . Ora aqui logo se percebe que a classe docente é sempre atacada quando na realidade devia ser a classe em Portugal com mais valor , pois todos passam por ela … os burros e os espertos … , caso queiram sendo assim , dar mais valor aos corruptos das bolas de ouro que enganam o fisco e mesmo assim são exemplos a seguir pela juventude Portuguesa , para não falar daqueles que levam uma vida a drogarem-se com drogas pesadas do mundo do espetáculo e continuam a ser exemplos a seguir . Só quem trabalha sério em Portugal não presta , os funcionários públicos que são improdutivos e muitos tem lugares e vencimentos devido a cartões partidários ou porque vão para a cama com quem interessa … são bem vistos .

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here