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Nem a autonomia das escolas nem a tutela podem limitar os direitos dos professores

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Professores monodocentes sexagenários e professores do QZP prejudicados no concurso, casos diferentes a mesma injustiça, com base numa mudança repentina de regras, sem que os interessados se apercebessem.

A autonomia das direções tem trazido diferenças de tratamento a professores com a mesma condição, tantos casos distintos:

Educadoras com mais de sessenta anos com um dia (ou apenas uma tarde) sem atividade letiva, sem necessidade de ir à escola nesse dia. Educadoras a quem foi proposto trabalho não letivo nas cinco horas de dispensa, mas que recusaram e preferiram ficar com as 25 horas letivas.

Professores (+60anos) de apoio com dispensa de cinco horas letivas, que cumprem outros serviços nessas horas. Professores de apoio que têm na pratica as vinte cinco horas letivas, considerando as cinco da dispensa como não letivas, porque serão dedicadas a apoio individual. Professores com turma, nem todos voluntários, cuja dispensa de cinco horas letivas serão asseguradas pelo professor de apoio. E ainda os que se esqueceram de entregar o requerimento.

A distribuição de serviço já foi em tempos assente em critérios claros, previstos na lei. Hoje em dia, com base na autonomia parece valer tudo.

Os professores precisavam de se unir em torno de todas as injustiça de que têm sido alvo, e lutar em conjunto. Caso contrário seremos vítimas de um jogo de bastidores, que nos engana e deprime!

Duilio Coelho

3 COMMENTS

  1. Sendo a distribuição de serviço da competência do diretor, acontece que na maioria das escolas não se explicitam os critérios subjacentes à distribuição do serviço. Em boa verdade o que acontece é que a distribuição de serviço é feita com base em preferências de natureza pessoal, simpatias, compadrio e jogos de bastidores. Metade, os preferidos, ficam felizes e contentes, a outra metade fica com os restos, as turmas mais complicadas, etc.
    Enfim, estou no ensino já lá vão 33 anos e está cada vez pior.

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