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Aulas com câmaras ligadas e até alunos tiram fotografias ao quadro

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A tecnologia serve para nos facilitar a vida, mas por vezes somos nós próprios que levantamos obstáculos para a sua implementação. A proteção de dados, a privacidade, são bens importantes, mas não devem ser utilizados como escudo de quem está simplesmente contra a evolução dos tempos.

Nada nem ninguém vai conseguir impedir uma integração cada vez maior da tecnologia na escola! Em tempos de pandemia, constatamos as suas inúmeras vantagens que superam largamente as desvantagens.

Não é a mesma coisa, nem ninguém está a afirmar que a sala de aula ou o professor vão ser substituídos ou vão acabar, mas teimosias ideológicas cegam aqueles que tanto querem defender o ensino, quando na realidade estão efetivamente a prejudicá-lo.

Haja equilíbrio e bom senso.

Infetados ou em quarentena, todos os dias são muitos os estudantes que têm de ficar em casa com aulas online. A RTP foi assistir a uma dessas aulas, na Escola Secundária de Infias, em Vizela.

10 COMMENTS

  1. o professor tem o direito da sua imagem ou aula não ser exposta ao publico em geral sem o seu consentimento

    lei da protecao de dados

      • como garantir isso?
        devem ser usados como escudo! sim, para proteção! tão só como um preservativo!

        o que é uma aula? é um documentário sobre um tópico? ou é um produto social que resulta da interação do momento?

          • Desculpe mas a aula ou a imagem da professora e alunos pode ir parar a qq lado.
            Sabe como funciona a internet certo?

            Alias nao podemos sequer contrariar a lei da PDados

          • Sim, e se isso acontecer é crime. Como disse, se temos receio de tudo, nem saímos de casa.

          • CNPD teme “risco de vigilância à distância” do trabalho dos professores e diz que plataformas de comunicação têm de ser avaliadas antes de serem escolhidas.

            Menos videoconferências e mais fóruns de discussão

            Do lado das recomendações feitas estas destinam-se sobretudo ao Ministério da Educação e diretores das escolas, mas também às famílias.

            As plataformas escolhidas “devem ter finalidades bem definidas e compatíveis com o ensino à distância”, mas também “recolher e tratar os dados estritamente necessários”.

            A CNPD avisa que, “sempre que possível, deve optar-se por tecnologias que impliquem a menor exposição possível do titular e do seu ambiente familiar”, ou seja, por exemplo, privilegiar fóruns de discussão em detrimento das videoconferências.

          • Lembro que esta aula com câmera possibilitou que uma aluna pudesse estar presente, estando ela em isolamento. Não me referia a ensino global à distância.

  2. Não é permitido. Ponto. A lei da proteção de dados é bem explícita e deixemo-nos de subterfúgios.
    No Reino Unido é expressamente proibido usar videoconferência em ensino à distância. Para proteção de [email protected]

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