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As Instituições têm que saber sê-lo. Não têm conseguido!

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Estamos a viver várias Crises e uma das quais é das Instituições não conseguirem “ser” o que delas se espera, para se justificar a sua existência.

Tudo se rebaixou, tudo perdeu prestígio, tudo fez com que deixasse de ser prezado.

tomada de posseTalvez este final de 2015 e início de 2016 possa ajudar, se todos quiserem, se todos quisermos a mudar para melhor. Ou iremos de pior em pior até estoirar de vez.

O Governo que agora passou a sê-lo é legal, legítimo e Constitucional. E em sete países europeus, talvez mais democráticos e civilizados que o nosso, têm governos formados pelo segundo partido “ordenado” nas eleições e com o apoio de outros paridos. Na Dinamarca o governo é apoiado por 4 partidos, à frente dos quais está o segundo votado.

Assim, para começo da viragem finalmente temos um Governo do partido que “também cá”  ficou em segundo lugar nas últimas eleições Legislativas com o apoio dos 3 partidos à sua esquerda, e com mais de 60% no Parlamento, é  Governo.

A Presidência da República terá, espera-se, eleito a partir do segundo mês de 2016 um novo Presidente. E não tem que ser seguro por esta maioria que e bem faz o Governo com que entraremos em 2016, mas pode ser por quem saiba sê-lo e tenha capacidade para o ser.

E aqui teríamos um arejo tão necessário em três Instituições que não andam no seu melhor nestes últimos anos, ou seja Presidência da República, Governo e Assembleia da Republica.

Se tudo funcionar bem, com transparência, com respeito, com educação e fazendo o que tem que se fazer por iniciativa própria e não por e para muitos telejornais e primeiras folhas de jornais ocuparem, vamos por certo melhorar.

E todas as restantes Instituições que existem para servir a População e o País e não para se servirem ou para sobreviverem quando já não têm razão de existir como estão, têm que se reformular.

Temos que ter coragem, capacidade, competência, mérito para saber e querer ser melhores. Tudo pelo mérito e com mérito. Evitar a “cunha” o clientelismo e todos serem idóneos.

Temos que ser todos mais educados e civilizados. Temos todos que poupar no ostentoso, e aplicar o que temos e que não é desmedido a ser mal desperdiçado, no que a todos dá qualidade de vida.

Temos todos que deixar de ser arrogantes e sempre certos das nossas certezas, para sabermos ser mais humildes, capazes e com vontade de mudar.

Temos que gastar mais do nosso tempo com Cultura, com Leitura, com Ciência, com divertimento que não seja olhar para e pelas redes sociais, mas para tudo o resto que de facto nos deixa saber pensar por nós e não formatados e arrebanhados.

Temos que não ter vergonha da Família, e da “heritage” no que nos dá e no que podemos transmitir. Não ter vergonha, vale mais que tanto que hoje se desfaz ao dia, ao mês, ao ano. Por não ter subsistência, nem conteúdo.

Esperando mais deste Governo que vai sê-lo nestes finais de 2015 e se espera pelos próximos anos, esperando muito mais pelo próximo “residente” na Presidência da República, esperando mais Economia, mais Emprego, sem esquecer o conseguível Estado Social.

E com muito menos automóveis de dar nas vistas e mais simplicidade com qualidade, apostemos, todos, todos, democrática e civilizadamente num tempo novo e melhor.

Augusto Küttner de Magalhães

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