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As fronteiras da aprendizagem caíram. Entenda como a tecnologia a serviço da educação derrubou os muros universitários e democratizou o conhecimento

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A educação formal como conhecemos, ministrada por grandes e renomadas instituições públicas ou privadas, sempre foi normatizada como o único caminho para obtenção de conhecimento e também para validação do mesmo.

Porém os processos educacionais oferecidos por essas instituições, como via de regra, costumam apresentar determinados métodos que infelizmente não se adaptaram às rápidas mudanças da sociedade, do mercado de trabalho e da vida cotidiana do cidadão dito comum.

Para manter-se informado sobre as novas tendências de educação e as opiniões  de profissionais e de outros usuários dos sistemas EAD, não deixe de conferir o site opinioes online. Lá você vai encontrar as melhores instituições e dicas sem igual para escolher o curso ou a especialização que melhor se encaixa em suas necessidades e vontades. E lembre-se, nada vem sem esforço, acredite em seu potencial e invista em sua carreira. O mundo do trabalho está buscando um profissional como você.

Em um curto lapso de tempo, nossa sociedade se tornou mais veloz. O mercado de trabalho e as demandas impostas por ele, impulsionadas em grande parte pelo rápido avanço tecnológico, passaram a exigir dos trabalhadores mais do que qualidade, a necessidade formação profissional específica e agilidade no processo produtivo passaram a reger o mundo profissional.

Em contrapartida a essa tendência, universidades e institutos de formação superior técnica acabaram caindo no ostracismo e no preciosismo da educação superior clássica. Cursos superiores longos com currículos abarrotados de informação genérica e a necessidade de dedicação praticamente exclusiva ao mundo acadêmico ficaram na contramão do processo evolutivo do mercado profissional.

O ensino superior clássico, altamente demandante de tempo, excluiu e segue excluindo uma importante parcela da população, talvez a que mais necessite desse conhecimento, a camada menos abastada da população mundial. A meritocracia clássica e distorcida sempre nos contou a história de que devemos estudar bastante para conseguir subir os degraus da vida profissional a partir dessa ascensão ter a possibilidade de melhorar nosso padrão de vida.

Mas essa afirmação é extremamente conflitante com o cotidiano real das camadas mais populares de nossa sociedade. Conciliar estudos, trabalho, vida social e familiar é uma tarefa homérica, que beira ao impossibilismo. E aqui deixo meu forte reconhecimento aos que são exitosos nessa tarefa helênica. Porém a grande maioria dos meros mortais que encampam com afinco essa cruzada pessoal acabam ficando pelo caminho e se tornam mais um número no balanço anual da evasão universitária.

Uma alternativa para essa dolorosa realidade surgiu com as modalidades de ensino a distância, o famoso EAD, A priori visto com péssimos olhos pela intelectualidade acadêmica. O EAD nasce como uma manobra dupla, por um lado amortiza custos da instituição de ensino, isso significa uma maior acessibilidade econômica quando falamos do ensino privado, por outra lado forma a futura mão de obra em áreas mais específicas e com mais agilidade, isso significa profissionais entrando no mercado de trabalho, em teoria, mais bem preparados e qualificados para atuar em áreas especializadas. Em outras palavras o EAD entra no sistema educacional como uma espécie de Educação Just-In-Time, formando profissionais para áreas específicas e com alta demanda de mão de obra em pouco tempo e a baixo custo, o que se reverte no mundo do trabalho em empregados com menores valores associados ao empregador e maior disponibilidade.

O grande pulo do gato do EAD é a oferta de liberdade. O estudante pode montar sua grade com os horários que mais lhe convém, maximizando a utilização de seu próprio tempo, explorando de forma adequada suas potencialidades e encaixando o processo educacional da melhor forma possível nos espaços vagos de sua vida cotidiana, que hoje em dia já não são muitos.

E quando falamos em EAD não precisamos nos ater somente às modalidades de ensino superior convencionais que conhecemos, como a graduação propriamente dita. Os processos de EAD evoluíram com a tecnologia e com a globalização. Hoje podemos cursar virtualmente um curso ministrado por uma universidade Europeia sem sair do conforto do nosso lar. E a oferta de cursos sem custos cresce a cada dia.

Também existem diversas plataformas que são focadas em processos de especialização profissional, como o MBA, e diversas outras áreas. São plataformas que disponibilizam cursos e especializações com conteúdo ministrado em diversas línguas. Entre elas podemos citar a Coursera, que talvez seja a mais conhecida e utilizada, podemos citar também a  Udemy e também a famosinha Duolingo, que oferece cursos de línguas em mais de 20 idiomas, de maneira completamente gratuita.

Esses são exemplos de como a evolução tecnológica atuou positivamente no processo de democratização do ensino e do conhecimento. Mas não podemos esquecer que diversas instituições não seguem os padrões de qualidade  exigidos.  Há que se estar muito atento às ofertas e nunca crer em fórmulas mágicas que prometem soluções simples e rápidas. O processo de aprendizagem é complexo e exige esforço pessoal.

Enfim, as soluções de ensino remoto se apresentam como ferramentas para facilitar sua vida e aprimorar suas habilidades profissionais, elas eliminam a desculpa ostracista de que não podemos investir mais em nossas carreiras profissionais por falta de tempo ou por estar com o orçamento apertado. Mais do que nunca o clichê “o aluno é quem faz a universidade”, faz sentido. Mas como já foi dito nesse texto, nada é mágico e nada vem sem esforço. A falta de um professor acompanhando suas atividades e a falta contato com outros alunos pode dificultar um pouco o processo, mas com um bom manejo do tempo, foco e esforço, esse não será um grande problema.

Por Jonnathaz Delmondes, via ComRegras.com

1 COMMENT

  1. Uma ode à ignorância e uma cuspidela ao momento em que o Homem , algures no Oriente Médio, se tornou sedentário e começou a interrogar-se , olhando o Céu… 12 mil anos para nos interrogarmos para termos de aturar a defesa da ignorância como forma de vida para um ser pensante! A negação da própria Humanidade, das suas interrogações, da sua busca!

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