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“Apps” uma ponte de comunicação com os seus filhos.

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Appstore_2610363bAdolescência: idade do armário, passam os dias no quarto, só sabem dar respostas curtas, acham os pais uns chatos, só querem estar com os amigos, tudo é uma seca e passam a vida agarrados ao “telelé”…

Isso também acontece porque muitas vezes não entendemos o mundo deles, não evidenciamos o mesmo código “comportamentalotecnológico”. O artigo que se segue é uma ajuda, poderá ser o início de uma conversa que mostre que os pais também estão “in” e que sabem curtir as novas tecnologias. “Totil” meu!!!

Inclui conselhos para os pais.

CONHEÇA AS APPS MAIS USADAS PELOS ADOLESCENTES

Tem filhos adolescentes? Sabe quais as Apps (aplicações móveis) que eles usam, para além do Facebook e do Twitter? O jornal espanhol ABC fez uma lista com as mais populares, para que aprenda de vez o que é o tal do “Snapchat” ou do “Tinder” de que eles tanto falam.

Para enviar mensagens que se “autodestroem”

  • Começamos pelo Snapchat, que é das Apps mais populares entre os jovens. Permite enviar fotografias ou vídeos e definir um limite de tempo para que os outros as possam ver. Depois desse período (entre 3 a 10 segundos), a imagem desaparece, embora o destinatário possa usar alguns truques para as guardar no dispositivo mesmo depois destas se apagarem.
  • O Burn note funciona de forma semelhante ao Snapchat, mas não permite enviar fotografias nem vídeos. Só dá para enviar mensagens de texto, que se apagam ao fim de um certo período de tempo. Também tem uma funcionalidade para que só desvende uma palavra de cada vez.

Para comunicar de forma anónima

  • Yik Yak é uma App que permite enviar mensagens curtas e anónimas, que se espalham até outros utilizadores num raio de 16 quilómetros em torno do remetente. Esta App foi criada especialmente para ser usada campus das Universidades.
  • Sim, existem Apps dedicadas a quem gosta de espalhar rumores e boatos. É o caso da Whisper, uma aplicação para divulgar segredos de forma anónima. As mensagens também podem ser acompanhadas de imagens.
  • “Não há professores. Não há pais. Só estudantes.” Estas são as regras da Fess, conta o ABC. Esta aplicação permite aos adolescentes fazer e ler confissões anónimas. Tal como o Yik Yak, esta App está direcionada às Universidades.

Aplicações para encontros e relações

  • Tinder é, também, uma das aplicações mais populares entre os adolescentes. Basicamente, cada utilizador tem um perfil com uma fotografia associada. Ao procurar por perfis de outras pessoas, a aplicação vai mostrando fotografias e o utilizador tem duas opções no ecrã: ou desliza o dedo para a esquerda e rejeita o contacto, ou desliza para a direita, indicando que está interessado. Segundo o jornal espanhol, esta aplicação também suporta geolocalização.
  • Skout é uma App que começa por dividir os utilizadores em dois grupos: “adolescentes” e “adultos”. Depois do registo, os utilizadores poderão conversar e enviar mensagens ou fotografias para outras pessoas que também estejam dentro do mesmo grupo. Tal como o Tinder, também permite a geolocalização de outros utilizadores e o ABC chama a atenção para o facto de esta App não ter qualquer mecanismo de verificação da idade dos utilizadores.
  • “O MeetMe ajuda a encontrar pessoas novas perto de si, que compartilham os mesmos interesses e querem conversar agora.” É esta a descrição que os criadores fazem da aplicação, salientando que o MeetMe “é para todas as idades, todas as nacionalidades e todas as origens”. Também tem uma funcionalidade “Match”, para encontrar possíveis relacionamentos.

Conselhos para os pais

Agora que já sabe o que estas aplicações fazem, o ABC também dá uma série de conselhos aos pais de jovens adolescentes.

– Teste você mesmo. Não há melhor forma de saber como agir do que experimentar também as aplicações que os seus filhos usam.

– Eduque os seus filhos para a privacidade. As redes sociais servem para compartilhar momentos e para facilitar a comunicação, mas deve haver um limite na informação e nos dados pessoais que se leva a público. Ensine esses limites aos seus filhos.

– Ao invés de impor regras, trace uma linha aberta. Quando proíbe os seus filhos de fazer certas coisas não significa que está a cortar o mal pela raiz. Pode estar a agravar o problema. Mantenha um diálogo aberto com eles e cultive um bom nível de confiança com eles. Observe.

– Peça aos seus filhos que sejam seletivos com quem se dão na internet. Também deverá ensinar-lhes a aplicar definições de segurança adequadas, na maioria das aplicações que usam.

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