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António Costa Não Descarta Reabertura Das Escolas. Limite É A 4 De Maio

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As escolas só devem ser reabertas depois do surto ser residual e as fronteiras se mantiverem fechadas, seja em maio, junho, julho, setembro, outubro,…


No cenário perfeito, António Costa não descarta reabertura das escolas. Limite é a 4 de maio

Impacto das medidas de contenção adotadas deixou os especialistas em saúde otimistas na reunião com Governo, Presidente e partidos. Pior dos cenários parece ter sido evitado e o pico da crise pode estar, no melhor cenário, a ser ultrapassado. Próximos 15 dias serão determinantes para perceber comportamento do surto. Primeiro-ministro espera até ao fim para decidir reabertura das escolas.

ntónio Costa ainda não deu como inteiramente perdido o regresso às escolas. A decisão está nas mãos dos técnicos de saúde que aconselham o Governo e o primeiro-ministro dará sempre primazia à opinião dos especialistas. Na próxima semana, quando a 9 de abril for reavaliada a situação, o líder socialista espera já ter todos os dados à disposição para tomar uma decisão. Mas existe uma linha vermelha: o dia 4 de maio é tido como o limite razoável para reabrir as escolas. Depois disso, sabe o Expresso, não fará sentido.

Esta foi uma das novidades da reunião que voltou a juntar as principais figuras do Estado e os peritos da Direcção-Geral de Saúde (DGS) e do Instituto Ricardo Jorge. A segunda que decorreu nestes termos e a mais importante para efeitos de balanço: completaram-se ontem, segunda-feira, quinze dias desde que as escolas foram encerradas, os mesmos quinze dias que correspondem ao período natural de incubação do novo coronavírus. Agora já é possível medir efeitos.

Um dos gráficos apresentados durante o encontro comprovava um ponto fundamental: a propagação do vírus entre jovens entre ou até 20 anos é muito elevada (a par dos idosos). Um dado que será sempre tido em conta quando o Governo decidir reabrir ou não as escolas. Já no sábado o Expresso dava conta que a reabertura das escolas a acontecer neste ano letivo poderia ser diferenciada: creches e 1º ciclo primeiro, depois as outras. Até porque é nestes casos que muitos pais se vêem obrigados a ficar em casa a cuidar das crianças.

CENÁRIO BOM: A PASSAR O PICO?

Os mesmos técnicos deixaram ainda um dado novo que deve ser lido (e foi assim que foi apresentado durante a reunião) com muita cautela: o pico da crise pode, até, já ter sido alcançado. Ou está prestes a sê-lo. Este é o cenário mais otimista e que parte da observação de que a taxa de transmissão da doença está agora nos 1.1 (é preciso que seja inferior a 1 para que se possa dizer com segurança que está a ser debelada). Provavelmente daqui a duas semanas já será mais fácil perceber em que ponto estamos.

Nos outros dois cenários, o pico (que é já um planalto, ou seja, mais prolongado) pode ser alcançado ainda na primeira quinzena de abril ou, como apontaram as últimas previsões, em maio/junho. Uma vez mais: tudo isto dependerá do comportamento da pandemia e do sucesso ou insucesso das medidas atualmente em vigor.

(…)

Fonte: Expresso (exclusiva para assinantes)

5 COMMENTS

  1. Tá tudo maluco?
    De manhã dizem uma coisa…. a tarde outra e a noite outra?
    Tá tudo chove.
    Vão gozar com outros.

  2. Eu vou ali rir… e, já volto. Bem … devo demorar um pouco … pelos vistos … ainda bem que há falta de testes… Os cenários são mais idílicos… ficam todos contentes consigo próprios e dá um jeitinho ao da educação…

  3. Para um professor comentar desta maneira só podemos ficar preocupados com o nível e formação que ministram aos nossos alunos…até parecem os que atiram “bojardas”nas redes sociais! Não é preciso falarmos em formação académica..basta o texto!Bem,esqueci-me que hoje é dia das mentiras,porventura são docentes com mérito excecional…

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