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Anormalmente?

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preconceito-1-689x294Estamos a meio da semana e o peso da escola já se sente. Tendo em conta que este ano letivo começou de tal maneira oleado que não há areia que o faça encravar, segundo o Sr. Investigador e o nosso primeiro, ficamos de pés e mãos atadas para encontrar seja o que for que ponha em perigo os rolamentos da dita. De qualquer modo e se procurarmos bem veremos que afinal havia outra(s), notícia(s).  Começo por uma carta que pode ser lida aqui, endereçada ao ministro da Educação por Mário Begonha no jornal i. O assunto diz respeito à disciplina de Educação Física e Desporto Escolar. Saliento que esta mesma carta, fazendo pequenas alterações, serve à disciplina de Educação Musical que nem uma luva.

Continuando com a normalidade e tranquilidade vigentes passo para o outro lado  da barricada. O ensino privado, mas desta vez o problema diz respeito aos alunos com Necessidades Educativas Especiais. O DN e o Pedro  Tavares explicam. Leiam o artigo aqui e tirem as vossas conclusões. O ME assobia para o lado e o Tribunal de Contas depois de tanto assobio dará o seu parecer. Com tanto combater as desigualdades vamos acabar, como sempre, com uns mais iguais do que outros.

Os colegas que ficaram colocados na RR2 vão ter um docinho. O ME decidiu retroagir a um de setembro a contagem de tempo de serviço. Bem bom, principalmente para os colegas com horários completos anuais. Leiam o que Pedro Tavares escreveu no DN. Pronto, está bem, este ME é um mãos largas.

Hoje os media consolam-se com este estudo realizado pelo European School Survey Project on Alcohool and Other Drugs. É de leitura obrigatória, no Expresso, mesmo para aqueles que são pais ou educadores de adolescentes e vêm, principalmente nas saídas à noite destes últimos, uma atividade inocente e de amena cavaqueira. Estamos a falar de saúde pública e de condicionamentos de vária ordem nestes jovens, quer enquanto adolescentes, quer posteriormente enquanto adultos. Nós, portugueses, consumimos menos álcool, mas gostamos mais de químicos. Será que os miúdos andaram a ver Breaking Bad?

Por último deixo a crónica semanal de Maria J. Marques no Observador. Esta mulher é deliciosamente boa de ler. Ah! Afinal o tal livro que Passos Coelho queria colocar nas livrarias sumiu-se. Cheira-me que deve ter levado uns recados na caderneta por mau comportamento.

Carta ao ministro da Educação

(Mário Bacelar Begonha)

Há colégios do ensino especial que só vão receber em novembro

(Pedro Sousa Tavares)

Ministério recua na contagem de tempo de serviço de seis mil professores

(Pedro Sousa Tavares)

Drogas, álcool e tabaco: “Não sendo bons, os dados são melhores em Portugal que nos outros países”

(Isabel Leiria)

Cleptomaníacos unidos, coligação de governo ao seu dispor

(Maria João Marques)

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