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Ano letivo que se preze começa com protestos

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Em quinze anos da minha docência, foram muito poucos os anos em que não assisti a contestação no início dos anos letivos. Por norma são as colocações dos professores que encabeçam os protestos, mas há mais: problemas nas infraestruturas; falta de assistentes operacionais; colocação tardia dos técnicos especializados; o preço dos manuais; queixas dos pais; dos diretores; dos professores, etc… É a sina de todos os anos. Falta diálogo sim, mas falta acima de tudo investimento na Escola Pública.

Sindicatos da Função Pública acusam Governo de manter precários na escola pública

(Observador)

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais acusou esta terça-feira o Governo de querer “tapar o sol com a peneira” ao não cumprir as promessas feitas para terminar com o trabalho precários na escola pública.

Em comunicado, a federação diz que o Governo está a preparar-se “para dar a ideia de uma abertura em grande no próximo ano letivo”, 2017/2018, mantendo a opção de recorrer a trabalho precário para funções de caráter permanente, quando “faltam trabalhadores não docentes com contratos sem termo”.

Por esse motivo, a FNSTFPS entende que o Governo está a “tapar o sol com a peneira” e “a não querer fazer uma política de recursos humanos que dê resposta às efetivas necessidades de pessoal não docente na escola pública, que garanta a sua qualidade e respeite os direitos dos trabalhadores e dos alunos”.

(…)

Por isso, a federação quer que a contratação e a gestão do pessoal não docente seja feita em exclusivo pelo Ministério da Educação, que a nova portaria de rácios entre em vigor no próximo ano letivo e que seja definitivamente posto de parte o processo de municipalização.

Governo enfrenta protestos na Educação a nove dias do início do ano lectivo

(Samuel Silva – Público)

O Ministério da Educação enfrenta esta quarta-feira dois protestos, a poucos dias do início do novo ano lectivo, agendado para o dia 8 de Setembro. No Porto, reúnem-se docentes dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) que se dizem prejudicados por uma mudança nas regras do concurso de professores, enquanto em Lisboa se manifestam técnicos especialistas que não viram os seus contratos ser automaticamente renovados.

 

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