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Alunos Sem Máscara Não Vão Poder Entrar Na Escola

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Sinceramente não acredito que tal aconteça. Não estou a ver um aluno do 2º ciclo ficar à porta da escola e que até veio de transporte camarário com os pais já no trabalho. O princípio deve ser esse, sim, mas a exceção à regra vai surgir e as escolas devem estar preparadas, principalmente no início.

Fica a notícia.


As escolas vão ter de adquirir até ao início do ano letivo (14 de setembro) kits de três máscaras sociais/comunitárias por cada aluno, professor, técnico, assistente técnico e assistente operacional, laváveis 20 a 25 vezes. Os alunos que não levarem máscara serão impedidos de entrar na escola, avisa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas. “Os kits vão ser como os manuais, os alunos não se podem esquecer de levar todos os dias para a escola”, garante ao CM. O responsável refere que as escolas terão de estar preparadas para algum caso em que a máscara fique em casa. “É preciso que os alunos interiorizem esta necessidade de proteção”, frisa.

A relação de equipamentos individuais de proteção para o 1º período letivo foi enviada às escolas na última semana, e inclui aventais, luvas, viseiras e solução antissética à base de álcool (ver gráfico). Competirá a cada escola fazer a aquisição dos equipamentos. Quanto às verbas disponibilizadas, Filinto Lima considera que serão suficientes, até porque muitas escolas já adquiriram estes produtos. “Todos os dias somos ‘bombardeados’ com emails de empresas que vendem estes produtos, sabemos onde os comprar e os melhores preços”, salienta.

Turmas mais pequenas e mais profissionais
As escolas devem ter turmas mais pequenas e mais profissionais, nomeadamente não docentes, defende o Sindicato de Todos os Professores, que vai iniciar uma campanha de sensibilização. “Os professores querem voltar, mas com turmas como até agora é impensável”, referiu o dirigente André Pestana.

Um metro de distância será difícil de cumprir
De acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde enviadas às escolas, deve ser garantido “sempre que possível” um afastamento de um metro. No entanto, os diretores escolares já avisaram que há estabelecimentos de ensino onde será impossível cumprir essa regra.

PORMENORES
Valores diferentes
As verbas de que cada escola dispõe para os equipamentos de proteção variam em função do número de alunos, profissionais e estrutura. Podem chegar aos 10/12 mil euros ou mais.

Só para o 1º período
Os gastos agora autorizados destinam-se apenas ao 1º período. Depois, dependerá da situação epidemiológica.

Fonte: CM

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