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Aluno de 11 anos leva réplica de arma e outro vira “Karaté Kid” na sala de aula

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Pouco ou nada se tem falado de indisciplina nas escolas. Como sempre, não existem indicadores oficiais para tirarmos conclusões e os dados da Escola Segura são escassos e dirigidos principalmente para determinados tipos de crime.

A indisciplina da sala de aula fica fechada nela própria, ou não passa da escola respetiva. E cada diretor trata a indisciplina pela sua cabeça, uns com “festinhas”, outros de “chicote” em punho.

A perceção que fica é que as medidas impostas pela pandemia, como a separação de alunos por turnos (manhã/tarde) e consequente diminuição de alunos em horas críticas como as horas de almoço/intervalos, reduziu os momentos de conflito. Além disso, em algumas escolas, a redução da carga letiva diminuiu a fadiga e saturação dos alunos, impedindo-os de entrarem em modo de burnout e consequente desestabilização.

Porém, a indisciplina não desapareceu e os dois exemplos que se seguem são paradigmáticos do que não se deve fazer e que continua a acontecer neste país à beira mal plantado.

Realço a reação “pedagógica” do pai…


Aluno de 11 anos leva réplica de arma para escola no Entrocamento

Um aluno de 11 anos assustou vários colegas da Escola Básica do Bonito, no Entroncamento, ao exibir-lhes de forma intimidatória uma pistola que era, afinal, uma réplica de uma arma de fogo. A própria PSP da cidade, que foi chamada, confirmou que a pistola de imitação era muito semelhante a uma arma de fogo real e que poderia, facilmente, ser confundida.

A situação foi descoberta quando uma das crianças que estava a ser ameaçada correu a avisar uma professora, tendo sido esta docente a encontrar a réplica da arma, já escondida na mochila do aluno. De seguida, foi chamado à escola o pai do menor, que teve uma reação bastante agressiva e ameaçou os elementos do corpo docente que estavam presentes, dizendo mesmo que ia a casa buscar as suas armas de fogo reais.

Estes factos, segundo apurou o CM junto da PSP do Entroncamento, já foram comunicados ao Ministério Público, e o homem incorre num possível crime de ameaça, caso os professores decidam avançar com a queixa-crime.

Fonte: CM

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