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Agressão a Assistente Operacional – Viseu

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Se a criança precisa de tomar a medicação por causa da sua hiperatividade, porque não dar a medicação na escola? Reunir a encarregada de educação com a direção e CPCJ, pressionando a mãe para que esta autorize a escola a dar a medicação. Mais vale isso do que a criança ser retirada à família, ou talvez não…

Criança doente agride funcionária de escola

Ao que o CM apurou, o aluno de 11 anos sofre de hiperatividade e não toma regularmente a medicação. Além disso, a criança tem dificuldade em relacionar-se com os outros colegas, que optam por se afastar com medo dele. Esta quarta-feira, o aluno pontapeou uma auxiliar de ação educativa e a PSP foi chamada à escola. A direção do Agrupamento de Escolas Viseu Sul decidiu, mais uma vez, suspender o aluno.

E a escola, sempre a escola é que leva com as culpas…

Quem também quer ver esta situação resolvida o mais depressa possível são os encarregados de educação que temem pela segurança dos filhos. “Ele é doente e violento e sabemos que não tem apoio em casa. Contudo, a escola tem de agir, até porque ele já agrediu o meu filho”, referiu um pai, que optou por não revelar o nome com medo de represálias.

A mesma opinião é partilhada por Paula Antão, presidente da associação de pais. “É uma situação que não é única desta escola, mas naturalmente que os pais estão preocupados. A solução deve ser encontrada pelos responsáveis da escola e não pelos pais”, esclareceu a mãe.

4 COMMENTS

  1. Tenho um caso semelhante no meu Agrupamento, talvez mais grave, porque são 2 crianças gémeas, são violentas com toda a comunidade escolar. Já tentámos tudo: colaboração e apoio à mãe, apoio psicológico, acompanhamento individual nos recreios, apoio da associação de pais, contacto com o médico de família, medicação dada na escola, mudança de um deles de estabelecimento, seguimento por um voluntário com quem estabelecemos um protocolo, CPCJ, Escola Segura, apelo à técnica que os acompanha, apelo à srª Procuradora, envio sistemático de relatórios para a técnica e para a srª Procuradora.
    A verdade é que a ajuda não vem das entidades que deveriam ser competentes para tal, apesar de termos a noção de que não estamos a ajudar muito as crianças que precisam de apoio especializado e, como estão diariamente connosco, A ESCOLA ESTÁ LITERALMENTE ENTREGUE A SI PRÓPRIA E SE ALGO GRAVE ACONTECER, A RESPONSABILIDADE SERÁ DA DIRETORA….

  2. As Escolas não podem nunca ser responsabilizadas por estas situações. Os pais é que têm de ser responsáveis pelos filhos, nomeadamente zelarem saúde dos filhos. Os Médicos, as Assistentes Sociais, as Autoridades, a CPCJ sim, e as Escolas devem dar o seu contributo apenas para testemunharem os comportamentos dos alunos. Temos de ser sensatos!

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