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Agora já querem fechar as escolas – FENPROF; FNE; Ana Gomes; Até o Marcelo já pede reflexão

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48 horas, em 48 horas muitos dos notáveis inverteram o discurso. Não foram 15 dias ou 1 mês, foram 48 horas. O que mudou em 48 horas que já não se soubesse há 1 semana ou 2 semanas?

Qualquer ser pensante advinhava o que vinha aí e as tais unanimidades que alguns alegavam sobre a abertura das escolas foi sempre fumaça, nunca foi real. Hoje, com a indignação cada vez maior, com cada vez mais turmas em casa, com os pais a reclamar pois os professores pouco são ouvidos, o óbvio torna-se obrigatório e felizmente que alguns começaram a meter a mão na consciência.

Se calhar daqui a 48 horas ainda vou ver a CONFAP, a ANDAEP ou a ANDE a pedir para encerrar as escolas…

Muito fui atacado por assumir esta posição, não me arrependo nem 1 minuto, pois a Educação nunca pode estar à frente da vida das pessoas.

O ensino à distância é uma alternativa perfeitamente viável para a maioria dos alunos tendo em conta as circunstâncias únicas que vivemos. Se fecharmos as escolas 15 dias ou 1 mês podemos ter um 3º período minimamente normal e assim ter 2 períodos letivos, suficientes para os professores ajuizarem com rigor o desempenho dos seus alunos.

O próximo ano terá efetivamente de ser um ano de recuperação, mas os alunos têm a vida toda pela frente, não é esta pandemia que lhes vai afetar a longo prazo. Nós é que somos fãs de dramas inócuos.

É tudo uma questão de bom senso e que seguramente chegará a António Costa em breve.

Covid-19. Fenprof quer escolas encerradas durante o confinamento

10 COMMENTS

  1. Não fecham antes de 29 janeiro…Depois reabrem no 3º período..e só o 3 ciclo e secundário os outros continuam para o matadouro..

  2. Deixem as escolas fazer o seu trabalho! Não usem as escolas como arma politica!
    Façam um inquérito aos professores para verem a sua opinião. é impressionante a manipulação dos media, na vontade de ter os portugueses em casa para ganharem milhões de espetadores e assim lucrarem milhões em publicidade. Andam a gozar com os portugueses, andam a brincar com a nossa saúde mental. Está demonstrada qual é a vontade dos portugueses, veja-se nas marginais de Cascais ,Quarteira ou Matosinhos. Os portugueses querem trabalhar querem os filhos na escola a aprender, querem os hospitais com condições para receberem os seus doentes, os portugueses não querem ser enganados e manipulados. Esta palhaçada já mete nojo! Ora dizem uma coisa ora dizem outra, os grandes sindicatos, as confederações de pais, os partidos políticos, vergonhoso. Deixem a escola em paz!! As escolas estão a gerir a pandemia da melhor maneira, em sintonia com as autoridades de saúde. Quando há um foco, a turma vai para casa, os professores e alunos ficam em casa e fazem o teste, isto é uma boa gestão. Há escolas em que praticamente não há casos, para quê fechar? As que apresentam ocorrências resolvem o problema, em último caso, fecha-se a escola por 15 dias, como acontece já. DEIXEM AS ESCOLAS E AS CRIANÇAS EM PAZ!!
    NÃO USEM AS ESCOLAS COMO ARAM DE ARREMESSO!!
    Disse!!

      • Amigo Joaquim, sou professor e com muito gosto! E sei do que falo! não sou boy de nenhum partido político, sou cidadão com opinião e sei quem vai pagar esta fatura, quando a crise estoirar. Sou funcionário público privilegiado, a quem lhe estão a ir ao bolso desde a o tempo do camarada Sócrates. Sei quem vai levar o corte no salário quando o dinheiro faltar. Sim porque se as crianças vão para casa, os pais têm de ficar com elas, e o estado vai ter de pagar a esses pais. Para terminar, amigo Joaquim, estúpido é o senhor, ou então tem um filho menor e dá-lhe jeito ficar em casa a receber!
        Disse!

    • Pois se é professor deve ser numa escola de outro país, pois a realidade das escolas que conheço é deplorável, com o mesmo número de funcionários ou menos do que havia antes da pandemia, condições de higiene questionáveis, o mesmo número de alunos por salas, apinhados uns em cima dos outros, enfim, o ambiente ideal para transmissão do vírus. O governo não preparou nennhum plano para as escolas, deixando a cargo dos funcionários públicos, como sempre, executar a lei do ‘desenrascanço’, arte infelizmente já masterizada por estes heróis. Tudo corre mal nas escolas e ninguém fala dessa realidade. Não convém.

  3. Não posso estar mais de acordo.
    Ainda hoje me pergunto: o que mudou verdadeiramente para fazer alterar a posição destes agentes? Continuo a não perceber qual o impacto que o encerramento de um mês poderá ter nas aprendizagens dos alunos sabendo nós, professores, que as aprendizagens estão construídas por ciclo de escolaridade. Acredito que falta coragem política para assumir que a transição do plano digital falhou e o ministro da educação terá de explicar a falta de computadores que há muito prometeu. Falhou o planeamento e continua a falhar o bom senso e a humildade. Haja paciência!

  4. A Bélgica com mesmo n° habitantes que Portugal atingiu 25.000 infeções diárias em Novembro e fechou tudo inclusive todas as escolas 2 semanas em Novembro ( juntando 1 semana extra à 1 semana de férias previstas). Depois reabriram as escolas até aos 12 anos. E mantiveram em regime semi-presencial as escolas com alunos maiores de 12 anos. Situação que se mantém até hoje com muito sucesso, sem surtos na grande maioria das escolas. E desde Dezembro com “apenas” 2000 infeções diárias no país. Temos de olhar para o tipo de escola…E no Carnaval tudo indica que vão usar a mesma estratégia: alargar o período de férias previsto de 1 semana p/ duas e re-avaliação. Parece-me mais sensato que a estratégia “tudo ou nada”.

  5. Parabens pelo o artigo postado sou exatanente da mesna opinião.
    A vidados meu filhos não tem preço a formação academica deles tem muito tempo para ser feita dés do momento que eles estejam bem de saúde. Acho muito mal as escolas estarem abertas pois ontem syb que os casos na escola do meu filho mais velho estam a almentar a cada dia que passa.
    Na turma da minha filha tem 6 casos ativos e ninguem quer fechar a turma estam a espera de começar a haver óbitos em crianças/juvens existe crianças/juvens doentes de risco. E não existe nada que comprove que só pessoas com patologias é que podem falecer ou só apartir de uma faixa etária determinada. Para mim as escolas nem deviam ter abrido.

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