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Afirmações Sobre Avaliação Do 3º Período São “Extemporâneas e Conjeturais”

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Reação do Ministério da Educação à notícia do Expresso, que referiu a possibilidade da avaliação do 2º passar ser também a avaliação de final de ano.

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3 COMMENTS

  1. É compreensível esta análise. Percebo a resposta do Ministério, mas atendendo à situação que se vive, percebe-se bem este cenário, para mais quando a clausura pode ir até maio. Também é possível prolongar o ano letivo e efetuar os exames em setembro ou outubro, por exemplo, ou fazer os exames na data prevista, mas, neste caso, com as matrizes tendo em conta os conteúdos lecionados até à paragem das aulas. É fundamental garantir que todos os alunos estarão em igualdade. Quando digo todos, é isso mesmo, os que vivem nas grandes cidades e os do interior, os alunos que têm internet e computador e os que não têm. Colocar, ou solicitar trabalho voluntário, a professores reformados, que são um grupo etário a proteger, pois terão na grande maioria mais de 65 anos ou terão doenças crónicas, por exemplo, é que não será a melhor medida! Mas, o mais importante é a vida. Se for necessário repetir um ano letivo, o que é isso comparado com a saúde de todos, jovens ou não jovens, homens ou mulheres?

  2. Ainda bem que o ME esclarece a situação.
    Se vivemos uma situação de exceção, o que nos impede de reunir no final do terceiro período para ponderar a situação? Assumir que estas notas possam ser finais parece-me despropositado. Até aqui foi feito um caminho, amanhã se verá. Disporemos de mais elementos para tomar as decisões do terceiro periodo.
    Claro que deverá haver ponderação, mas essa é, ou deveria ser, a regra em matéria de avaliação.
    Numa situação absolutamente excepcional, se vier a colocar-se a questão, deveria então ser o ME a decidir.

  3. A questão da igualdade é um mito… basta olhar, todos os anos, sem que o ME faça alguma coisa com impacto (não basta fazer de conta) para as notas inflacionadas das escola privadas… e só estamos a falar das notas internas, porque ainda (quase) ninguém ( e não vai ser este Zé ninguém do ministro a fazê-lo, nem o PR) questionou o facto de os exames nacionais serem feitos nessas escolas. Imaginem quantos alunos são ultrapassados todos os anos. É um bocado este fazer de conta, em tantos setores do país ( na justiça, na luta contra a corrupção e economia paralela, no nepotismos crescente com cada vez mais boys…), que nos impede, como país de ir mais longe.
    Já agora: lembrem-se que os dirigentes deste país (aos milhares), estado central, local e regional, estão sempre com a defesa da escola pública na boca , mas os seus filhos estudam nas escola privadas.
    Alexandre Lourenço.

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