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A maldade do ser humano em evidência com as crises

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diaboTodos temos a noção e que não somos iguais- e ainda bem que assim é – na aparência, nosso exterior, mas essencialmente no interior, personalidade, que define a Pessoa.

Todos, se quisermos pensar – por nós, o que vem sendo menos fácil neste últimos tempos – poderemos analisar momentos, em que teríamos passado os “limites” de um comportamento dito “adequado”, em sociedade.

Num tempo e local, onde todos vivemos e temos que conviver, e por muito que a muitos possa custar, temos que ser “protegidos” por “regras” e por quem saiba, esteja instituído democrática a desinteressadamente, de as fazer cumprir, para não valer tudo.

Para não se chegar ao ponto em que estamos, em que de liberdade estamos em “libertinagem. Vale a selva, a lei do mais forte, do que mais dinheiro tem. E ainda para mais alguns de nós, pelas mais diversas razões, tendencialmente estamos do outro lado do “limite” e achamos estar “bem”.

Num tempo de várias crises (mas em que já dá, para comprar automóveis novos, para os mostrar, como se crise não houvesse) essencialmente, de “profundos valores”, que dificilmente são mensuráveis, o dinheiro que tudo compra e em tudo manda, tudo controla e a tantos obstinam, e outros esmaga.

E todos sabemos, todos conhecemos, todos lidamos com pessoas que fazem gosto em ser más. Outras egocêntricas, que ao viverem em torno dos seus “egos”, dos seus “umbigos” se tornam tão egoístas, que podem tudo fazer, para “terem, o que essas pessoas querem, como se os outros não tivessem espaço.

Existem tribunais e cadeias, para gente que passou o limite da convivência, tem que ser punida e voltar se quiser e conseguir, para cá do limite, normalmente. Como existem hospitais para quem física e/ou psiquicamente precisa de auxílio, para se sarar.

E, neste “tal” tempo, que é o nosso, e nós não somos nada melhores que qualquer dos outros, em que valores se desvanecem e não são substituídos por outros com valor (sem ser automóveis novos topo de gama ou habitação nova) tendencialmente os  “pior carácter e maus instintos soltam-se, e ao fazê-lo desrespeitando tudo e  todos, criam ainda mais mal-estar, do que o em que estamos atolados.

Se não houver como, respeitando direitos e deveres, fazer o equilíbrio entre o não exacerbado mal que todos temos, responsabilizando quem “este” o faz , cai-se na lei do vale tudo, e o “pior”, sai vencedor.

Por norma tal implica alguém que pela força, pelo medo, pela chantagem quererá tudo vir a “endireitar”, Estamos perto disto, cá dentro e não só, até criando muros por todo o lado, excluindo em vez de incluir, tratando de forma diferente Pessoas Iguais, talvez nos saíamos todos muito mal!

Augusto Küttner de Magalhães

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