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A causa efeito das aprendizagens, em causa!

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learner-driver-passed-testEstamos a “ter” excessivas situações em que “ainda” se prestam ensinamentos, para prácticas permanentes futuras, ou para vidas profissionais, que não práctica não são seguidas, ou  por não valer a “pena”, ou por não haver como.

Assim no primeiro caso, continuamos a ver pelas ruas das nossas cidades, essencialmente jovens, em automóveis com a letra “L” (learnig)  que estarão a aprender não só a fazer mover o veículo no qual vão ao volante, como a respeitar “regras de trânsito/condução”,  tais como saber o que são  passadeiras, stops, semáforos vermelhos , verdes e amarelos, limites de velocidades, sinais de circulação.

Andamos um pouco mais e vemos raparigas essencialmente, mas eles também, já em automóveis sem o “L”, a conduzirem de “nariz levantado”,  a não terem o mínimo apreço por tudo o que aprenderam – devem rapidamente ter esquecido – , e não param em passadeiras com peões a atravessar, não param em stop´s, passam semáforos vermelhos.  Mentira? “tiraram ”” a carta de condução, e pronto, já podem entrar na selva, em que  cada um  faz o que lhe apetece e dá mais jeito.

Temos jovens elas e eles, mais as primeiras que frequentam cursos superiores nas mais diversas áreas, e quando terminados, maioritariamente não vão exercer o que aprenderam, por não haver como. E vão ser caixas de supermercados, atendedoras de telefones, aqui e acolá, e vendedores de habitações.

Sendo mais que evidente que no primeiro caso, foi aprender para implicitamente não cumprir, unicamente ter o “papel” para mostrar numa putativa “operação stop”, ou quanto tiverem algum acidente. No segundo e com todo o mais que devido e merecido respeito pelas profissões acima referidas, como não conseguem nas suas áreas, por não haver, por a Economia não crescer, nem o Emprego, vão ocupar o que “há” enquanto “houver”, e são 4000 para uma entrevista para um lugar e  a tempo parcial.

E depois temos as forças de segurança, que não conseguem, ainda, estar em locais fáceis de se saber quais são, onde se pode chegar a pé, onde todos passam o semáforos vermelhos, todos não param em stops, todos não deixam passar o peão na passadeira, todos falam ao telemóvel a conduzir, e nada acontece.

E desaguamos todos neste esquema, de desfigurar tudo, de ter “papéis” que nos habilitam a “isto ou àquilo”, sabendo, à partida que os não vamos querer ou conseguir seguir/utilizar.

Mas, entretanto perdemos tempo, atrás de tempo a “consumir” – exaustivamente – a nova notícia do dia, que é igual por todo o lado, e que não deixa ambiência para pensar – se ainda o soubermos fazer – na anterior que vai ser amanhã esquecida, pela que irá de certeza surgir.

E ninguém, velhos, novos, de meia-idade está interessado ou preparado para analisar, com tempo e serenidade estes problemas aqui focados, entre muitos outros, obtendo propostas diferentes, para um preste e um futuro mais promissores, espera-se que algures, alguém, o faça por nós!

Mas queixamo-nos em permanência de tudo, mas não queremos nada resolver.

Seja, e vamos de mal a pior a cada dia que passa!

Augusto Küttner de Magalhães

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