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8 Princípios Orientadores Para A Implementação Do Ensino À Distância Nas Escolas

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O Ministério da Educação criou mais um documento, desta feita um Roteiro, com o intuito de ajudar as escolas e os professores para o 3º período que se avizinha.

Destaco os cuidados a ter na elaboração dos horários dos alunos.


Na conceção do horário dos alunos no [email protected], deverão ser equacionados os seguintes aspetos:
• mancha horária semanal fixa ou flexível;
• adaptação da carga horária semanal de cada disciplina/UFCD;
• definição do tempo de intervalo entre cada tarefa proposta (tarefas com um máximo de 20/30
minutos, conforme as faixas etárias);
• flexibilidade temporal na execução das tarefas;
• diferentes ritmos de aprendizagem.

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11 COMMENTS

    • Concordo que tem muito blá, blá, blá, mas ainda ontem havia queixas que o ME não dava orientações…

  1. Alguém que ensine aquelas almas que se deve dizer “ensino à distância” e não “ensino a distância”, que eu saiba ensinamos Português, Matemática, etc…, Não a distância!

    • Tem toda a razão, vou então passar a utilizar “conta a ordem”, “julgamento a revelia”, “pagamento com dinheiro a vista” e “envio a cobrança”, já que o cumprimento das regras gramaticais é algo que já vejo… à distância!

  2. Ensinar a missa? Como especialista em Ead, o que vejo é que as competências digitais dos professores são obsoletas, não fazem a mínima do que é a pedagogia do e-Learning nem fazer uso da plataforma virtual dde aprendizagem, moodle… Considero bastante benéfico estes roteiros e orientações, estamos no séc 21 e nem um moodle sabem usar. Devia ser algo intuitivo! Nem sabem como se desenha didática e pedagogicamente salas de aulas com fóruns e atividades e avaliações de e apara as aprendizagens. Mas nem querem saber, o que é pena! Pq ninguém está a falar de conteúdos, mas sim do desenho da metodologia e táticas a serem desenvolvidas, humildade pede-se e aproveitam esta oportunidade para desenvolver novas competências que vão de acordo com as novas e sofisticadas exigências globais!

  3. O mais engraçado disto tudo, é que, lendo o documento aquilo é só lugares comuns. Não dão uma orientação concreta, um monte de palha, para ganharem tempo, para mostrarem que estão a trabalhar muito. E muito não é sinal de qualidade e sapiência do trabalho realizado. Este documento já deveria ter qual a ferramenta, ou ferramentas uniformizadas a nível nacional para ser o suporte, a infraestrutura/plataforma a utilizar pelos professores para ministrarem o giro “[email protected]”. E não contribuir para a dispersão de plataformas, apps, gadgets, balões coloridos e afins que jorraram no site, “EstamosOn”. Dá para perceber que naquele ME não fazem a mínima ideia do caminho que irão seguir, para operacionalizar o ensino à distância.
    Depois vêm com roteiros e exemplos ridículos, como aquele que serviram de bandeja aos educadores de infância. Esquecendo que o país, infelizmente, não é feito de quartos confortáveis, com razoáveis camas para dormirem as sestas, com cantinhos aconchegantes, com pantufinhas e aquecimento, com uma estante com livros ou acesso à internet.
    E… phosga-se! -como diz o colega Paulo Guinote- roteiros….soa-me mais a turismo.

  4. Será que ainda não sabem que mais de 50000 alunos não tem net em casa?
    Falam por falar. quem dera a algumas crianças ter comida quanto mais net…

  5. Dei-me ao trabalho de ler este documento, rico tempo perdido. Não passa de um monte de lugares comuns no qual se omite toda e qualquer orientação concreta. Basicamente o ME está a tentar ganhar tempo porque não conhece nem nunca procurou conhecer a realidade das escolas e das suas comunidades, mas depois há sempre quem tenha turmas de betinhos e que acha que tudo é possível, é só primir no enter.

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