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2 anos, 9 meses e 18 dias Aprovados Em Conselho De Ministros…

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Uma solução da treta se me permitem…

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que procede à definição do modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017.
A solução encontrada – recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019 – permite conciliar a contagem do tempo para efeitos de progressão entre 2011 e 2017 com a sustentabilidade orçamental. 
Esta solução corporiza o disposto no artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018 que determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”.

E agora um verdadeiro momento de humor…

Em declarações aos jornalistas, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, defendeu que este diploma que define o modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes surge na “sequência do processo negocial” entre o executivo e os sindicatos dos professores, um processo que classificou de “longo”.

Os professores exigem a recuperação de nove anos, quatro meses e dois dias de serviço, motivo que levou a que os sindicatos agendassem uma semana de greves, que termina nesta quinta-feira, e uma manifestação nacional marcada para esta sexta-feira em Lisboa.

Segundo Tiago Brandão Rodrigues, o decreto-lei é o resultado de um processo negocial em que “o Governo foi flexível” e “os sindicatos foram inflexíveis”.

Fonte: Público

8 COMMENTS

  1. Mudei de escalão em Janeiro de 2018. HOJE fui assaltado. Os 2 anos… e o raio que os parta só conta para quem mudar a partir de Janeiro de 2019. Ladrões…

    • Tenha calma, tb conta para si… O problema é que no seu caso só vai contar em 2022 (se não estiver agora no 5o escalão), enquanto que quem mudar em 2019 conta logo… Mas vai lá chegar…

  2. Chega a todos de igual modo?
    Claro que não. Vejamos:
    1. Professor no 9º escalão – não recupera!
    2. Todos os outros professores que mudaram em 2018 – só vão ver o efeito em final de 2023 (se mudaram entre janeiro e março) ou 2024.
    3. Quem muda em 2019, 2020 e 2021 – mudam de escalão 1 ano 2 meses e 12 dias depois, ultrapassando os que, estando no mesmo escalão, têm mais tempo de serviço e mudaram em 2018.
    4. Problemas:
    4.1 – 5º em 2018 – muda para o 6º em 2020; 7º em 2021 (mais janeiro e fevereiro de 2022)
    5º em 2019 – muda logo para o 6º (sem avaliação nem ADD) e fica com 9 meses e 18 dias neste?
    4.2 – 6º em 2018 – muda em 2022 para o 7º (se tiver vaga ou MB ou Exc) e 8º em 2023, ou fica na lista para a vaga no 7º em 2022.
    6º em 2019 – muda para o 7º em 2020 (se tiver vaga ou MB ou Exc) e 8º em 2024 (esteve 2 anos 9 meses e 18 dias posicionado na carreira à frente de um docente com mais um ano de tempo de serviço), ou fica no 7º a aguardar vaga (sempre à frente de quem mudou em 2018, pois conta-lhe os 2a9m18d).
    5. Faltam os problemas de quem é reposicionado e das frações de tempo que vai recuperar!!!
    Enfim, uma chusma de disparates que, a juntar à Portaria 119 e às ultrapassagens que vai provocar, vai incendiar mesmo as escolas.

  3. Trocando por miudos quem está no 4º escalao ou no 6º escalão é igual ao litro. irá ficar ad eternum nestes escaloes, recuperem os anos que recuperarem.

    Mas como os sindicalistas profissionais estão acima do 6º escalão isto nao interessa nada.

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