Início Editorial “Tenho cinco negativas, estou reprovado!” Só se quiseres…

“Tenho cinco negativas, estou reprovado!” Só se quiseres…

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Existe uma expressão no mundo do futebol que é paradigmática – “enquanto for matematicamente possível, tudo é possível”. A expressão em causa tem como principal objetivo manter a chama motivacional, apesar de todos saberem que é um dado praticamente adquirido que os objetivos traçados não serão atingidos.

No ensino é um pouco assim, a mensagem que é transmitida aos alunos que estão em situação de retenção e que começam agora o terceiro período, é que ainda é possível. Mas, lá no fundo, o aluno já sabe (?) que está reprovado. Se não conseguiu obter aproveitamento em sete meses por que razão será diferente nos restantes dois?

Só que o que ele não sabe, e muitos pais também não, é que existe uma política de ciclo que está na lei e devia ser transmitida/cumprida por todos os intervenientes. É verdade que esta política está cada vez mais instituída nas escolas, apesar de alguns professores discordarem fortemente da mesma. Goste-se ou não, a retenção tem carácter extraordinário.

Não se trata de facilitar/dificultar a vida a ninguém, se o aluno no final de um ano letivo, mesmo que esteja no início do ciclo, estiver a milhas de ter as bases necessárias que sustentem a sua progressão, deve ficar retido. Não como castigo pelo seu mau desempenho, mas por benefício a médio prazo, aplicando a velha máxima, mais vale dar um passo atrás para, depois, dar dois em frente. Porém, a retenção pura e dura, não pode servir para repetir o que está errado. A retenção é apenas o resultado de um acumular de inúmeras situações, dentro e fora da escola, que é expressa através de uma pauta. Cair no erro de repetir por repetir, servirá apenas para aumentar as probabilidades de novo insucesso e maior desmotivação. E esse é um dos grandes problemas da nossa escola, a retenção baseia-se na repetição e não na modificação de estratégias/práticas, seja do aluno, seja da escola ou até mesmo dos encarregados de educação.

Confesso que enquanto professor e no início da minha carreira, era muito mais inflexível, pragmático talvez. Se um aluno tinha três negativas chumbava se tinha duas passava. Escondia-me na equidade e julgamento de nove meses de trabalho. Mas os cabelos brancos trouxeram-me outra perspetiva, julgo que mais pedagógica e menos egoísta no apaziguamento da minha consciência. Afinal, eu trabalho para eles e não para os meus estados de espírito…

Começou o terceiro período, para muitos será a confirmação do insucesso obtido até agora – lembro que em Portugal chumbam cerca de 150 mil alunos por ano… Espero que não, ainda acredito que não. Os alunos, todos eles, têm uma palavra a dizer sobre o seu futuro e cabe-lhes mostrar que os professores devem apostar na sua transição, que estão diferentes, que podem ser diferentes. Se és aluno e estás nestas circunstâncias, o que se segue é para ti e talvez seja o início de algo diferente:

Não desistas! Não desistas de melhorar, não desistas de acreditar, se cada dia for melhor que o anterior, é um passo na direção certa. Já saboreaste o insucesso? E que tal, gostaste? Se achas que sim, espera até provares o sucesso, é mil vezes melhor!

Esta é a fase em que “compras” um bilhete para uma vida melhor. Olha à tua volta e pergunta a ti próprio se queres viver assim? Se estou aqui a dizer estas palavras é porque sei que é possível e já vi o impossível acontecer. Nós, professores não somos blocos de gelo com um chicote na mão, sabemos ver a tua mudança, o teu esforço, a tua dedicação. Sobe as escadas do sucesso, caminha ao nosso lado e constatarás a alegria de dizer “consegui”, “progredi”, não porque foste capaz, mas porque quiseste ser capaz. Tu és o teu destino! Tu és o teu futuro! Cumpre-o agora! Sê-o agora!

E nós, professores?

Permitam-me a desfaçatez… Compete-nos manter a chama acesa, mas compete-nos acima de tudo pensar não apenas neste ano mas no ciclo em que o aluno está inserido. Sejamos uma fonte de inspiração e um pilar motivacional, não porque quem nos governa mereça tamanha dedicação, não por quem nos desvaloriza mereça tanto sacrifício, não pelos nossos salários que não são equiparados ao nosso desempenho, mas pelos valores inerentes à profissão, por termos o futuro deste país nas mãos, pela alma docente que nos faz continuar, superando tantos e tantos momentos sombrios.

Moldemos o futuro não sozinhos mas unidos, apoiados no nosso conhecimento e sagacidade para sermos cada dia melhores.

Somos professores! Somos únicos! Continuemos a ser um farol educativo e social!

Bom regresso a todos.

In Público 10-4-2018

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46 COMENTÁRIOS

  1. Boa noite, é pena em Portugal mais professores não pensarem dessa forma, dou-lhe os parabéns por tão inspiradora mensagem. No ano letivo anterior no 2º período uma professora do meu filho disse-lhe diretamente que ele estava chumbado à disciplina, isto é muito mau, por muito que eu em casa o incentivasse a estudar para a disciplina, como para todas as outras, ele sentia-se desmotivado.

  2. Ola sou aluna de 8 ano e tive 5 negativas mas mesmo estudando muitissimo ou nao estudando nos testes tinha sempre insuficiente mas durante as ferias de pascoa tive esplicaçoes a Mat. F.Q. e Port. e la tive sempre a fazer os exercicios corretamente sem ajuda o que devo fazer?

    • Persistir Maria, persistir. Se tens dificuldades tens de trabalhar mais e mais até atingires os teus objetivos. Pergunta a ti mesma. Tens dado o máximo? Notas melhorias quando te esforças? Nada se atinge nada sem trabalho e o que mais custa sabe sempre melhor.
      A escola fará o seu papel e irá orientar-te no que é melhor para ti. Não desistas 😉

  3. Boa noite Alexandre. Agradeço e envio-lhe os meus parabéns por uma mensagem tão positiva.
    Sou pedagoga e como costumo dizer, uma agente de mudança. Logo acredito que se nos focarmos realmente nas crianças e jovens, no que é realmente importante para eles, se mantivermos uma mente mais aberta, se percebermos que os adolescentes mudaram muito e a escola muito pouco…mantemos os mesmos curriculos e a mesma forma de dar aulas (com um “despejar matéria”) desde há mais de um século…ainda faltará muito para percebermos que também na escola temos que acompanhar estes “jovens diferentes” e entrar com eles nesta nova era?
    Dou um exemplo prático: Tenho uma filha com 17 anos no 12º ano. Desde o seu 1º ano e até ao 9º teve sempre notas de 4 e 5 a português. No 10º e 11º ano não conseguiu ultrapassar o 13. Este ano, no 12º, ainda só atingiu 12. A professora, que tem sido sempre a mesma, refere sempre nas reuniões que eles tem que ter muito rigor linguístico, tem que saber onde colocar as vírgulas, que estes são critérios de exigência rigorosos que os professores tem que seguir à risca na correção dos testes, porque é uma vergonha que eles a seguir vão para a faculdade…
    Começo por dizer que tenho e sempre tive o maior apreço pelos professores, admirando desde logo os que iniciam os nossos filhos no “b-á-bá”. No entanto, permita-me que na minha opinião, se a minha filha sempre soube escrever muito bem, sempre foi muito boa a gramática, interpretação…o que mudou entretanto? Porque é que toda a turma à excepão de 3 ou 4 jovens não conseguem passar desta nota? Afinal, tem tido a mesma professora há 3 anos…entendo que os nossos jovens escrevem mal, até por defeito dos seus sms (por exemplo) mas o defeito será apenas deles? No caso da minha filha ela hoje perdeu o bom raciocínio que sempre a acompanhou ao longo de 9 anos? Apesar de acreditar que esta professora quer o melhor para estes alunos será que também não haverá aqui alguma dificuldade nela? Pergunto: Estes jovens estão a 2 meses de acabar o ano, depois virão os exames, as médias, a ansiedade de conseguir ou não entrar para a faculdade…será que nesta fase faz sentido ainda estar a “repisar” nestes critérios que os poderão penalizar mais do que já estão penalizados por não “saberem escrever com as vírgulas no sítio devido”? Afinal de contas com curriculos tão vastos e critérios tão exigentes se os jovens chegam ao 12º ano sem saber muito bem português, o que está mal?
    O correto é esta professora os chamar de “burros”? Fazer comparações de que eles sabem menos que uma menina que até é estrangeira e escreve melhor português? Podemos considerar este tipo de comparações pedagógicas??? Ou até mesmo numa reunião de pais elogiar perante todos a dita menina, é pedagógico? Ou será que temos ainda muito que aprender? Ou será bem mais motivador dar-lhes apoio de que juntos irão trabalhar no sentido de melhorar as suas notas em vez de lhes dizer que agora a 2 meses pouco ou nada há a fazer?
    Entende o quanto a sua mensagem é diferente? Motivadora? Positiva? É um “bora lá” vamos trabalhar, nada está perdido, é lutar sempre, sempre…porque vale a pena acreditar em nós e na nossa força e capacidades. Isto sim é transformador! É criar autoestima, autoconfiança, afirmação pessoal, positivismo, resiliência…É trocar o não sou capaz, pelo vou conseguir. É trocar seres stressados por seres equilibrados. Esta é a minha luta, positivismo.
    Muito obrigada

    • Obrigado Paula pelas palavras. Sobre a situação que expõe como estou de fora é complicado opinar e eticamente não é muito correto. Em abstrato posso afirmar que a exigência no secundário é sempre superior e é comum haver esta diferença. Alguns conseguem voltar a níveis anteriores outros não. Sobre o modelo escolar, concordo consigo, acho que a escola está estagnada, mas há esperança e começam a surgir alguns sinais de mudança, mas esta será sempre muito lenta.

  4. Reflexão mto motivadora, todavia gostava de saber que motivação se pode desenvolver quando, no final de ano letivo, são expostas pautas com turmas quase inteitas, não estou a exagerar, a transitar com 6 e 7 negativas…

    • Esse é o lado perverso de quem normalmente tem aproveitamento. “Fartei-me de estudar, não tive negativas e o outro teve 6 e passou como eu”. Eis o que os bons alunos pensam e os seus pais também. A minha opinião vale o que vale, mas não considero benéfico que um aluno com 6 ou 7 negativas transite de ano, mesmo tendo a consciência da política de ciclo. São muitas, demasiadas e os professores no 3º período costumam por norma só atribuir negativas a quem realmente tem muitas dificuldades. Os 40 e tal porcento costumam ser convertidos em 3.

  5. Olá. Estou a lutar com a ” escola ” já vai no 4° ano . Extremamente desiludida e sem qualquer ajuda . O meu filho está a repetir o 6° ano pela quarta vez . Está a ser acompanhado por profissionais de saude e mesmo assim de nada vale . Os relatorios dos médicos , as reuniões na escola. Completemente desesperada . Os professores não têm noção dos problemas familiares que tentamos ultrapassar todos os dias. Alguém tem conhecimentos que me possa ajudar neste sentido .

    • Margarida, o ComRegras disponibiliza um serviço SOS para ajudar a comunidade educativa com especialistas de excelência. Se quiser entrar em diálogo com eles, envie-me um email para [email protected]

  6. Bom dia Alexandre , já enviei mail . Fico a aguardar por possivel ajuda, e Deus queira que me possam ajudar . Obrigada .

  7. Gostei imenso do seu texto.
    Motivou-me.

    Tenho uma situação bastante “comum”.
    Estou no 12 ano e estou com uma média miserável de 9 a Português.
    O que acontece é que necessito de ter uma boa nota neste período (12 valores para ir ao exame com 10) e estou super assustado, pois não me vejo a subir 3 valores (9 para 12) num único período.

    Eu sempre fui assim, tanto que já tive 5 negativas no 2 período, tendo-me sempre levantando no 3 período, nunca chumbando.

    Mas agora é outro nível de exigência que no qual não estou habituado, e a sensação de chumbar a uma disciplina deixa-me mal disposto.

    Poderia-me dar dicas, motivar-me ainda mais, de forma a conseguir chegar aos meus objetivos? (Caso não consiga ter 12 no final do período, precisarei de tirar 11/12 no exame, pois estarei a ir com 9 de média)

    Agradeço desde já.

    • Não existem fórmulas mágicas Mário. O sucesso dá trabalho e implica uma dedicação diária que poucos têm a capacidade e motivação para o fazer. Onde queres chegar? Quem queres ser? O que precisas fazer para o atingir? O que te falta fazer? Se fores honesto e responderes a estas questões obterás a resposta que tanto procuras.
      Podemos indicar-te o caminho, mas és tu que o tens de percorrer.

      Boa sorte e bom trabalho 😉

      • Desculpe pela demora meu caro professor.
        Ora aí está, eu não consigo ter motivação o suficiente para sentar na secretária e trabalhar.
        E para além do mais, a matéria a ser dada (poemas) é o meu ponto fraco.
        Afinal preciso de ter 11 e não 12.

  8. Eu tive 4 nregativas mas so faltam 2 semanas para o ano letivo terminar mas nesta antepenultima semana ando me a comportar MUITO melhor, ate os stores dizem…mas eu queria perguntar se nestas mais duas semanas consigo passar de ano?

  9. boa tarde
    eu queria saber se passo no 9°ano com um 2 a português e a ev
    fui submetido a exame com 3 mas correu me mal e acho q vou tirar 1 a português
    passo ou nao?

    • Depende de ti Diogo… Os professores têm sempre em consideração a evolução dos alunos. Aplica-te, estuda muito e terás resultados.

  10. ola estou na 9º ano com 4 negativas a mate port frnc e cfq
    mas em mate e port eu tenho 1 mas tmb tive 3 a port na primeiro periodo se eu tentar subir a port frc da para passar de ano? eu sou uma estrangeira

  11. Obrigada pelas palavras motivadoras, que encontrei aqui, por mero acaso!
    Sou professora também, embora atualmente não esteja a lecionar no meu Ciclo de formação (1º Ciclo), por decisão pessoal de acompanhar os meus 3 filhos, ao invés de aceitar uma colocação a vários Km de distância de casa. Continuo a lecionar, mas numa área completamente diferente: a Educação Moral e Religiosa, neste caso, Evangélica. A minha gratidão pelas suas palavras surge porque este ano tem sido bastante difícil para mim, no que toca ao aproveitamento do meu filho mais velho. Ele tem 12 anos feitos em dezembro e está no 7º ano. Detesta estudar e fala em trabalhar, embora não passe de um menino sonhador, sem a mínima noção do que o mercado de trabalho implica… Na escola, como ele mesmo diz, gosta dos intervalos e de jogar à bola. Não tem telemóvel nem passa horas infinitas nas redes sociais. A sua distração é mesmo e só a bola! Teve 5 níveis negativos no 1º Período e agora, terminado o 2º Período, apesar de ter conseguido ter positiva no teste de duas das disciplinas em que estava mal, os colegas docentes das mesmas ainda não estão muito convictos em dar-lhe positiva, por causa da média geral apurada com os testes dos 1º Período. Não sei se esta decisão virá melhorar ou piorar a situação do meu Simão. Conhecendo-o como conheço, creio que não ajudará muito. Além de distraído, ainda imaturo e preguiçoso, o Simão também é um miúdo pouco confiante. Não tem falta de motivação da nossa parte, bem pelo contrário! É mesmo uma caraterística dele! Talvez o ajudasse perceber que, o pouco esforço que aplicou ao seu desempenho, contribuiu para algum avanço… Digo isto, não só pelo meu filho, mas por muitos outros alunos que, por diversas vezes, desabafam comigo e me dizem (com toda a razão, a meu ver!): “Professora, os nossos colegas mais indisciplinados e que já reprovaram imensas vezes levam sempre um “empurrão” para passar e há professores a dar 3 como voto de confiança. E nós, que nos comportamos bem e que, mesmo pouco, vamos fazendo alguma coisa?” Bem, este meu desabafo já vai longo e talvez eu esteja a sofrer por antecipação…Não sei… O que sei é que não desistirei de estar ao lado de cada um dos meus filhos, enquanto eles precisarem de mim, para fazer o seu caminho! Tenho estudado com o meu Simão diariamente, sem exceção. Digo, em jeito de graça, que vou fazer o 7º ano mais uma vez. Não me importo. Ele há de perceber o valor do esforço! Obrigada, mais uma vez!

  12. Boa noite, desde já desculpe por a estar a incomodar mas se possivel gostaria que me esclarecesse uma dúvida.
    Estou no 7° ano e tou numa fase digamos que muito negativa a meu ver… no 1° período tive 6 negativas (2) -português/matemática/ciências/físico-quimica/inglês/francês. E agora no 2° período tive 5 negativas (2/1)- 1 a matemática/ 1 a francês/ 2 a ciência/ 2 a educação visual/ 2 a cidadania.

    Por favor responda me com sinceridade, se eu trabalhar ao meu maximo neste 3° período, ainda tenho chance para passar para o 8° ano….

    Por favor responda assim que possível…. muito obrigado!

  13. Eu estou no 7 ano, no 1 periodo tirei 8 negativas, agora acabou o 2 periodo tirei 7 negativas, os meu professores dizem que eles contam sempre com os periodos anteriores …., o senhor acha que se me esforçar ainda consigo transitar para o 8 ano ?

    • Sim, se te esforçares mesmo muito a sério, algo como estudar todos os dias, terás certamente hipóteses pois os professores analisam o ciclo e não apenas o 7 ano. Mas tens mesmo de mostrar que tudo pode ser diferente.

  14. Sou de uma geração BUÉ traumatizada. Quem não estudava CHUMBAVA.
    Será que sou anormal? Será que sou um ser depressivo?

    🙂

  15. Não sei nada daqueles programas das disciplinas nem me apetece marrar. Tá-se. Prefiro ir para a night e fumar ganzas com os meus amigos. Não vai ser nada benéfico para mim chumbar. Já sei que lá em casa não vão curtir. Como apareço nas aulas, vejo a malta e até levo um livrosde vez em quando, não interessa as negativas, certo stor?
    Obrigado. Já me deu uma grande ajuda. Quando os stores me chatearem a cabeça, vou mostrar-lhes o seu texto e eles vão-me passar. Bora aí. Não é stor? Fixe.

    • Eu sou é daqueles que gosta é malhar nos putos! Eles têm é de sofrer!!! Porque a sofrer é que se tornam HOMENS, aliás, devemos mandá-los todos para a Síria para verem o que é a vida!!! Os outros países que que estão bem à frente de Portugal, eles devem chumbar os alunos todos, porque eles têm é de sofrer, os professores são sempre os melhores do mundo e o que eles dizem eles têm que fazer!!! Os putos têm de baixar a cabeça e obedecer, não questionar e quero lá saber se estão motivados ou não, eu dou as minhas aulinhas e siga para bingo, quem quiser aprender aprende, quem não quiser azar, recebo o mesmo ao final do mês. Humildade? O que é isso, eu já sei tudo e os alunos não sabem nada…
      Caro Manuel, acha despropositado este comentário, ajustado à realidade? Não acha? É igual ao seu, mas no extremo oposto…

  16. Olá, estou no 9° ano e tive 2 negativas no 1° periodo, a português 2 e a matemática 1, deixei a disciplina de lado…
    Agora no 2° periodo tive 4 negativas, português, matemática, fisico-quimica e françês… Fisico quimica, não sei se consigo subir, mas irei tentar, françês eu sei que consigo subir! Matemática, nunca irei lá , nunca me dei bem com a disciplina. Agora o problema está no português, no 1°periodo tive um 53% e um 41%, tendo a professora me dado negativa no final, no 2° periodo só tive um teste, devido à professora ter andado a faltar, sendo depois substituida , tendo poucas aulas só houve um teste , o teste correu-me mal apesar de ter estudado 2 dias(eu sei que não é muito, mas para mim já é qualquer coisa) tive um 41%…
    Tendo um 2 no final do periodo.
    Agora no 3° periodo a professora informou-nos que só iremos ter um teste (tendo no total 4 testes o ano todo), será que se tiver um 50 para cima e depois um 3 no exame final tiro 3 no final do periodo? Vou dar o litro neste período para passar para o 10° ano!
    Muito obrigado!

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