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Telma Monteiro e atiradores em Competições. E muito , muito mais, e não aderimos.

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Parece que, não é só o Futebol que deveria inchar os portugueses de exaltação. Parece que no judo e não só , somos os melhores ou dos melhores. Parece que na inovação e nas novas tecnologias estamos a aparecer nos primeiros lugares pelo mundo fora. Parece que no calçado de muita qualidade, estamos no segundo lugar mundial. Parece que nos Vinhos ganhámos dos melhores prémios mundiais e, por quem sabe e tem capacidade legítima e práctica para os atribuir, e desinteressadamente o faz. Parece que estamos a recuperar nos têxteis. Parece que estamos a dar cartas na Agricultura, mormente no tomate e no melão.

Parece que na Investigação, por exemplo, em possíveis curas de cancro, estamos na frente, com o IPATIMUP a desenvolver um estudo para ser possível, “safarmo-nos” de um dos piores cancros, que é o do pâncreas.

Parece que somos muito capazes em tantas, mas tantas áreas, que não só o Futebol nem o Fado. Até na Música temos o Rui Veloso e muitos mais da sua classe e categoria. Parece que, até temos jovens que são bons médicos, e se decidam à medicina com qualidade e humanismo. Parece que no turismo também estamos a conseguir ser bons.

Parece que se quisermos ainda podemos conquistar, não novos mundo ao mundo, mas o que este mar todo aqui à nossa frente, nos pode outorgar. Não só o tradicional pescado, mas energias alternativas, tantas, e, partes para fabricar novos medicamentes, e, aquacultura, investigação, espaço, água e, até também parece mais e melhor turismo. Parece que temos séculos de História, de Memória e de Cultura!

Parece que temos tantas potencialidades, apesar de Pais médio nesta Europa esfrangalhada. Parece que temos como ter futuro. Mas também, parece que estamos e andamos distraídos, e não queremos aproveitar, tudo isto.

E parece que os telejornais de uma hora e meia, se deliciam, ao bota abaixo, à tragédia, ao mal dizer, ao quanto pior melhor, e não ao que parece que temos para ser bons, muito bons muito melhores.

Será que vamos perder tudo isto com fado, saudade, lamechice e auto piedade, e mais futebóis. Se calhar…

Augusto Küttner Magalhães

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