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Resultados Nacionais das Provas de Aferição, 2017

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Foram hoje apresentados os resultados das provas de aferição realizadas no ano letivo 2016/2017 e que o ComRegras apresenta em primeira mão. Também foram conhecidas uma série de medidas que o Ministério de Educação pretende implementar/desenvolver.

Resultados

Propostas

Mais de 80% dos alunos do ensino básico derraparam nas provas de aferição

(Clara Viana – Público)

7 COMENTÁRIOS

  1. Está, portanto, no geral, tudo uma desgraça… É engraçado? Irónico? Ridículo? que em todas as legislatura há um início apocalíptico, herdado, neste caso, do professor Nuno Crato, e haverá um final salvífico, protagonizago por Carlos Costa, que o ministro é mais uma peça decorativa…
    Então, o que fazer? Um plano de formação (onde é que eu já ouvi isto????) se possível liderado com algumas individualidades que gravitam em torno da Universidade Católica / Vedasca/ Matias Alves e etc…
    Uma supervisãozinha interpares de certeza que salvava isto tudo…
    Engraçado, ainda, quando , segundo parece, a coisa anda mal a Português e a Matemática… Nada como umas aulas de mindfulness; empreendedorismo e jovens professores bué de criativos e inovadores carregadinhos de gadgets teconológicos; tudo muito salpicado de grandes cerimónias de diploma (agora com a municipalização vai ser um fartote…). E lembrem-se 99 por cento dos Agrupamentos desta santa terrinha tem um ensino e direções de excelência… É só ler projetos educativos e verborreia discursiva…
    E claro … os culpados são os professores!!!

  2. Continuo a ser o Velho do Restelo ou esta é mais uma patifaria feita aos docentes, para passarem o Dia do Professor a justificar (uma vez mais, uma vez mais, uma vez mais…) os maus resultados dos alunos? No meu entender, este ato é uma forma vil, miserável e tremendamente injusta de apontar o dedo aos professores. Mas já não sei o que mais me repugna: se esta criminosa culpabilização constante, se a “cegueira” e a passividade dos professores perante tanto enxovalhamento.

    • Revejo-me inteiramente nos seus comentários. Quem anda há muitos anos nisto já sabe que as culpas vão ser atiradas para cima dos professores – lembram-se do “essa gente que não faz nada” proferido por aquele senhor jornalista do “jet set”? – para, a seguir, servirem o remédio habitual: formação e mais formação, paga a peso de ouro com o dinheiro dos nossos impostos, sobre as insignificâncias do costume. O que espanta é ainda haver quem acredite …

      • A resposta do SE estava já preparada: mais formação para os professores. Dito por outras palavras: é aqui que está o mal. Miserável, de facto! Se bem me lembro, ainda há meses, após os exames nacionais de 9.º ano, parecia que os professores eram mais competentes. Pelos vistos, foi coisinha súbita, porque as provas de aferição ocorreram um pouco antes. Só que a divulgação dos resultados foi guardada para depois das eleições do dia 1 de outubro. Uma vez mais, a velha tática terrorista, que consiste em culpabilizar os professores para os amaciar e tornar completamente acríticos relativamente a mais uma reforma de fundo.

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