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Professores querem reforma mais cedo em troca de anos congelados

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Subscrevo as palavras do Mário Nogueira e relembro os perigos para os professores mais novos…

Para 35 a 40% dos professores a recuperação dos nove anos, quatro meses e dois dias congelados será quase impossível por estarem nos últimos escalões da carreira, estima Mário Nogueira. A Fenprof propôs para estes docentes a possibilidade de, em troca da contagem do tempo, pedirem a aposentação antecipada sem penalização. Na convocatória para dia 11, o ME frisa esperar por propostas dos sindicatos. O líder da Fenprof responde que irá insistir nas soluções já entregues e levar para o encontro novas ações de luta, que serão hoje anunciadas.

Um dos protestos que foi colocado à votação dos professores, nos últimos dias, é uma greve aos dois primeiros tempos a partir do primeiro dia de aulas, além de greves e manifestações já anunciadas para o arranque do ano letivo. Mais de 22 mil docentes responderam à consulta e “mais de 97%” apoiam a exigência da recuperação de todo o tempo de serviço congelado, garante Nogueira.

Fonte: JN

“Crédito” para a reforma pode prejudicar os professores mais novos

(ComRegras)

Atualização: 14h

Professores exigem todo o tempo de serviço, diz sondagem feita pelos sindicatos

(Público)

 

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2 COMENTÁRIOS

  1. Será que ainda ninguém percebeu que quem está no 10 escalão não teve congelamento? Logo não tem de descongelar. A guerra por uma aposentação mais cedo é outra e deve ser para todos.

  2. Não estando em perspetiva um cenário otimista quanto ao resultado desta luta prolongada, convinha ter outro leque de propostas reivindicativas, no caso de, eventualmente, existir intransigência definitiva por parte do governo na contagem de tempo de serviço. Divulgo algumas que enviei para a plataforma sindical, e que vem no contexto da organização do trabalho docente:
    – extinção das vagas para acesso aos 5º e 7º escalões (que será o aspeto mais determinante na progressão…);
    – aumento anual do salário base equivalente à taxa de inflação, no minimo;
    – extinguir a obrigatoriedade de registar no horário a componente não letiva do trabalho no estabelecimento;
    – idade da aposentação, no máximo, aos 65 anos ou atingindo no minimo os 40 anos de serviço, sem penalização;
    – redução da componente letiva para exercicio de cargos de coordenação pedagógica: 4 tempos letivos para a direção de turma (onde se inclui APDT e atendimento aos EE); até 2 tempos letivos nos outros cargos.
    – bonificação na ADD ou em dias de férias, para quem é nomeado para correção de exames nacionais e/ou trabalho no secretariado de exames e/ou outros projetos extracurriculares;
    – limite máximo de 4 turmas para lecionação;

    Portanto, se for negada a mais elementar justiça no que respeita ao tempo efetivo de trabalho, não repondo 9 anos, então todo o tempo não reposto seria compensado com estas propostas, não existindo o pretexto esfarrapado de “não haver dinheiro”…

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