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Professores, polícias e militares podem levar mais anos a progredir

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Já nos vão lixar outra vez…

Quanto todos sabemos que militares e polícias usufruíram de progressões e aumentos salariais nos últimos anos e que fiz referência aqui, e quando tudo apontava que não iam colocar os professores nesse saco, parece que mais uma vez, os professores vão pagar o preço de serem muitos e com pouca força negocial.

Depois admiram-se que cada vez mais se ouça nas salas de professores “eu agora só faço o mínimo possível”. Uma classe envelhecida que há mais de uma década está congelada, encarada pela sociedade como uns “baldas” que passam a vida de férias, numa escola burocrática, indisciplinada, com reformas atrás de reformas, que motivação pode existir para dar o corpo ao manifesto?

A Frente Comum ameaça com uma greve para dia 27 de outubro, e para aqueles que criticam o facto de esta ser a uma 6ª feira, lembrem-se que quem faz greve sacrifica o seu salário… Ou isso não interessa para nada???

O tempo de serviço prestado entre 2011 e 2017 não vai ser considerado para efeitos de progressões. A medida está prevista na proposta entregue aos sindicatos, tal como o Negócios já explicou, e foi confirmada esta sexta-feira por fonte do Governo. O que agora se acrescenta é que o tempo de serviço é essencial para as progressões na carreira dos professores, de diferentes carreiras das forças de segurança e dos militares, o que significa que nestes casos o momento de progressão vai depender da situação de cada um, e que nalguns casos podem passar anos, após 1 de Janeiro, até que isso aconteça.

O que agora se acrescenta é que o tempo de serviço é essencial para as progressões na carreira dos professores, de diferentes carreiras das forças de segurança e dos militares, o que significa que nestes casos o momento de progressão vai depender da situação de cada um, e que nalguns casos podem passar anos, após 1 de Janeiro, até que isso aconteça.

No caso dos professores, por exemplo, a progressão efectua-se, na maioria dos casos, cada quatro anos. Se antes do congelamento de carreiras, em Janeiro de 2011, o docente ainda só tinha acumulado dois anos de trabalho para este fim ainda terá que prestar mais dois, após 1 de Janeiro de 2018, até progredir. Vai depender de caso para caso, mas a progressão pode demorar entre zero e quase quatro anos a acontecer, após 2018.

Mesmo assim, segundo explicou ao Negócios fonte do Governo, há 49 mil professores que estão em condições de progredir ao longo do próximo ano, e que absorvem cerca dois terços dos 90 milhões orçamentados para este fim. Isto, num universo de 133 mil docentes do ensino básico e secundário.

Fonte: Jornal de Negócios

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(TSF)

 

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