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Obrigado, e não só, já não se usa. Será do Acordo?

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Parece que a palavra – obrigado- que não caiu com o Acordo Ortográfico, ainda para mais que de Acordo, parece que só tem ser por cá usado e apoiado, enquanto os outros lusófonos, e que se queria tanto que o fizessem, como o Brasil e Angola, não estão para aí virados.
E a Guine Equatorial recente entrada francófona, na CPLP, parece que só sabe francês falar.
Bem, o que está em causa agora é “a “não necessidade de tantos, segundo os próprios, nos dizem e melhor “já” o fazem, de não quererem usar a palavra: “Obrigado”, nem: “ faz favor”. Já não se usa.

Se calhar vai desaparecer do Acordo ou como o Acordo? Se calhar vai-se ter que fazer um Acordo novo, unicamente para retirar um batalhão de palavras, dado estarem em desuso, nestes últimos anos.
Porém, aqui, não há privilégio de classes, ou de esquerdas/ direitas, todos aqui parece estarem de acordo na não necessária utilização, destes termos. E claro no efeito que os mesmos têm – não tem? – no quotidiano de todos nós, como Pessoas.

E a “não” necessidade de dizer “Obrigado, e faz favor”, “não, por isso”, e tudo o que nos faz respeitarmo-nos “a nós, e depois aos outros”, cria a não necessidade já existente, de sermos educados que vai muito para além de sermos instruídos.

E tudo se rege por não necessidades, comportamentais. E tudo se rege por egoísmos e egocentrismos. “Desde que eu esteja bem”, os outros “que se lixem”, este termo foi usado mas parece que não o era de ser,- essencialmente o não empenho do próprio!!-  pelo ainda primeiro Primeiro-ministro.
E,  agora, na generalidade, para todos, o  “eu” , está sempre primeiro – repetindo- o “eu” e depois quanto ao resto, para que estar a perder tempo com esses salamaleques, com “faz favor” e “obrigado”.
Faz-se tudo à mesma e como a cada um, principalmente ao “eu” apetece, e sem ter que aliar aos outros. Era só o que mais faltava ter que “pedir a alguém qualquer coisa, com um “por favor “ antes” e “depois” dizer “obrigado”. Não, nem pensar. Não é fixe, não se usa. Não é necessário.
Quanto mais selvagens nos formos comportando, melhor. Em frente e em força. Sem salamaleques escusados. Mas “o” que se lixe, pode ficar!
Obrigado, não, que se lixe, sim, e o se faz favor, não! Já não se usam. Era o que mais faltava! Fixe, meu! Que se lixe!

Augusto Küttner de Magalhães

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