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No dia em que o sumo sacerdote de IAVé mudou, uma nota para o clero em funções

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aqui falamos dos problemas da História com os novos malabarismos curriculares e dos efeitos da redução de tempos em tal disciplina, que é fundamental para que o “perfil” não seja só estético mas substancial.

A posição das associações de professores até já nos mereceu críticas e comentários. No meu ponto de vista, por falta de “punch” e energia. Mas, manda a justiça que, se se critica quando dormem (ou parecem dormir), se destaque quando agem.

Hoje a APH publicou um texto no JN. Como os jornais em papel andam como andam e lá para as Lisboas e templos de IAVé talvez um jornal do “nuorte” (popular, mas muito bem feito) não seja a primeira opção informativa, aqui fica o link com sugestão de leitura atenta a todos (e apoio), mesmo os que não sejam de História.

O ponto fundamental imediato da APH é este: “(…) que sejam estabelecidos tempos mínimos de lecionação em História – nunca inferiores a seis tempos para o 2ºCiclo e a nove para o 3º Ciclo – considerando que não devem ser as escolas a fazê-lo. Esta reivindicação encontra-se explanada no nosso sítio, sendo objeto de uma petição online: http:// www.aph.pt/.

E, porque considera a APH que a distribuição dos tempos letivos não deve ser entregue ao juízo arbitrário das escolas?

Porque tal pode originar injustiças tais como as que se adivinham aquando da realização das provas de aferição do 5º e do 8º ano de escolaridade para 2019.”

Era engraçado ver a CONFAP, tão ufana a malhar nos profs e suas reivindicações, mesmo a despropósito, preocupar-se com isto e adotar a petição um pouco como sua. Talvez fosse assunto para os pais e encarregados de educação se preocuparem. Mas já sei, como sou eu que digo…

Mas o Pai Ascensão em Gaia deve ler o JN….certo?

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