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Não adianta dares uma rosa se no dia seguinte dás um estalo

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O dia dos namorados é normalmente comemorado com prendas que demonstram o sentimento que se sente [email protected] [email protected] [email protected] Tirando a vertente comercial, o dia dos namorados tem a sua graça, mas mais do que uns corações ou um peluche com um coração, o dia dos namorados precisa de ser cada vez mais uma bandeira na violência contra o namoro, na violência contra as mulheres.

Os abusos, os insultos, as agressões no namoro, estão a aumentar, apesar dos especialistas dizerem que os números refletem acima de tudo o aumento de denúncias e não dos atos em si.

Violência no namoro atinge 56% dos jovens

(Ana Gaspar – Jornal de Notícias)

Pais, professores e principalmente os amigos devem estar atentos a este fenómeno, denunciando-o, expondo-o, diminuindo assim a sua força.

Se estás atualmente numa relação lê o excerto que se segue e que foi retirado da APAV. Vê se te identificas com algo e se for o caso, sai dessa e procura ajuda se necessário 😉

NUMA RELAÇÃO NÃO SAUDÁVEL…
Separador

O que se vê?

  • Um ou os dois elementos do casal assustados, com receio de fazerem algo que o outro não goste.
  • Discussões.
  • Reações ciumentas e despropositadas.
  • Violência.
  • Um ou os dois elementos do casal a controlar o que o outro faz, onde vai e com quem vai.
  • Um ou os dois elementos do casal afastados dos amigos.
  • Os elementos do casal demasiado dependentes um do outro.
  • O casal a tratar-se sem respeito, nem afeto.

O que se ouve?

  • Discussões.
  • Choro.
  • Insultos.
  • Queixas.

O que se sente?

  • Vazio.
  • Receio.
  • Tristeza.
  • Desânimo.
  • Desespero.
  • Raiva.
  • Culpa.
  • Controlo.
  • Solidão.
  • Mágoa.
  • Insatisfação.

Nas relações não saudáveis existe:Separador

  • PODER, CONTROLO e INTIMIDAÇÃO, através de ações verbais ou físicas que causam medo.
  • ISOLAMENTO e controlo dos passos, atividades e amizades da outra pessoa.
  • NEGAÇÃO do impacto negativo que os comportamentos agressivos, intimidatórios ou violentos têm na outra pessoa.
  • AMEAÇAS e PRESSÕES.
  • VIOLÊNCIA física, verbal, emocional, psicológica, sexual e/ou financeira.

Carrega aqui se quiseres entrar em contacto com a APAV (Associação de Apoio à Vítima)

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1 COMENTÁRIO

  1. As ONGs sérias e competentes devem ser ajudadas com dinheiros dos impostos e direcatmente dos cidadãos! A violência é lamentável e inaceitável! Infelizmente a violência está inscrita nos nosso ADN. Desde o fundo dos tempos. Hour ve indesmentivel progresso nos valores agregados manifestação de violência. Positivo e insuficiente. Sendo certo que tudo leva a crer que continuemos a ser potencialmente violentos: para sempre? Não sei. Gostaria de conhecer em detalhe os pressupostos epistemo-metodológicos de estudos que “concluem” (segundo a noticia dos mass media…) que “Violência no namoro atinge 56% dos jovens”. Parece-me um número “inesperado” quando comparado com estes (retirados do “Physical Dating Violence Among High School Students — United States, 2003”): “Among all 14,956 students, 8.9% reported experiencing PDV victimization. The prevalence of PDV victimization was similar for males (8.9%) and females (8.8%) and similar by grade level (range: 8.1%–10.1%) (Table 1). Prevalence of reported PDV victimization was greater among blacks (13.9%) than whites (7.0%) and Hispanics (9.3%). In addition, prevalence of PDV victimization was greater among black males (13.7%) than white males (6.6%) and higher among black females (14.0%) than white females (7.5%) and Hispanic females (9.2%). PDV victimization prevalence did not vary significantly by geographic region. Lower self-reported grades in school were associated with higher levels of PDV victimization; 6.1% of students reporting mostly A’s reported PDV victimization compared with 13.7% of students receiving mostly D’s or F’s.”
    De notar esta nota enquadradora do estudo:
    “The findings in this report suggest that PDV victimization affects a substantial number of high school students, with approximately one in 11 reporting PDV victimization during the 12 months preceding the survey, a ratio equating to nearly 1.5 million high school students nationwide. Prevalence of PDV victimization was similar and associated with risk behaviors for both male and female high school students, and no significant increases in PDV victimization were observed by grade level.

    These results underscore the need for prevention programs directed at both PDV and associated risk behaviors. Choose Respect, a new CDC national initiative, is being launched this month in 10 U.S. cities. This initiative focuses on persons aged 11–14 years and encourages development of healthy relationship behaviors. Choose Respect uses traditional materials (e.g., posters or classroom videos) and nontraditional multimedia (e.g., podcasts or web-based games) to appeal to this age group.

    The findings in this report are subject to at least five limitations. First, the extent of underreporting or overreporting of risk behaviors cannot be determined, although the survey questions demonstrate good test-retest reliability (8). Second, questions about sexual violence or psychological abuse by a dating partner were not included. Prevalence estimates of dating violence that include sexual and psychological violence likely would be substantially larger and indicate greater levels of sexual victimization among females (3). Third, these data apply only to high school students who were attending school during the survey and, therefore, are not representative of all persons in this age group. In 2001, approximately 5% of persons aged 16–17 years in the United States were not enrolled in a high school program and had not completed high school (9). Fourth, participants were not asked whether they had had a boyfriend or girlfriend during the preceding 12 months; therefore, those reporting no PDV victimization might have included students who had not been dating. Eliminating those who did not date would have increased the prevalence of PDV victimization among those who were dating. Finally, because the survey is cross-sectional in nature, whether the risk behaviors were precursors or consequences of PDV victimization could not be determined.”

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