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Ministério Da Educação Contínua A Ignorar O S.TO.P

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Profundamente lamentável a postura do Ministério da Educação que recusa reunir com o sindicato S.TO.P, sem que haja qualquer razão para tal acontecer. O S.TO.P é um sindicato legítimo, com estatutos aprovados e tem o DIREITO de participar nas negociações.

Será que este castigo do Ministério da Educação estará relacionado com a força da greve realizada no verão passado, onde o S.TO.P foi o verdadeiro impulsionador e que tanta celeuma causou a nível nacional?

De certeza que não, o Ministério da Educação tem pautado a sua conduta ao longo deste mandato com elevados padrões de ética, transparência e frontalidade…………………..

P.S – não pertenço a qualquer sindicato, mas tenho muito respeito pelo trabalho efetuado pelo S.TO.P

Alexandre Henriques

À porta do Ministério da Educação estiveram ainda dirigentes do mais recente sindicato dos professores, o Stop. Contestam o facto de não terem sido chamados para a reunião.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Talvez esteja na altura de o STOP ou qualquer outro sindicato começar a avaliar a possibilidade de uma nova greve que incomode mesmo e provoque um desgaste incontornável.
    Não uma greve a exames, avaliações ou dias de festa.
    Uma greve por tempo indeterminado (renovada semanalmente) mas financeiramente comportável.
    Uma greve a que só aderissem 10 ou 20% dos professores ($) de cada escola, mas devidamente apoiados e com custos partilhados por todos (sabemos como fazer).
    Cada um desses professores só faria greve um dia por semana (mas um BOM dia!! pelo alarme, pelas consequências, pelo volume, etc.), repetindo-o semana após semana, se necessário até ao fim do ano… de forma a amplificar os efeitos da mesma.
    Os professores que não aguentassem e desistissem de fazer greve por desgaste emocional seriam substituídos por outros, de forma a manter sensivelmente o mesmo volume de greve.

    A vertente financeira seria o menor dos custos desta greve. Resta saber se os professores teriam coragem para manter uma forma de luta deste tipo. Mas as greves de enfermeiros, médicos, controladores (ou outros) que só asseguram serviços mínimos e operações urgentes também têm custos frequentemente irrecuperáveis.
    Com lutas brandas já não saímos daqui.

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