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Jornalistas Vão Dar Formação A Professores Para Combater Fake News

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Quando um Ministério de Educação é hábil em omitir e fornecer notícias que lhes interessa, quando os próprios jornalistas estão ligados a grupo empresariais com ideologias políticas, onde lutam desesperadamente para manter empregos ficando submissos a altos interesses, não deixa de ser irónico ver uma parceria entre duas entidades que pretendem “ensinar” os professores a filtrarem as Fake News…

Estou na dúvida se coloco esta notícia na categoria de “humor”…


Fake news motivam Ministério da Educação a garantir formação sobre literacia nos media

O Ministério da Educação (ME) e o Sindicato dos Jornalistas (SJ) vão assinar este sábado um protocolo para dar formação na área dos meios de comunicação social a professores. A formação responde à “urgência de formar cidadãos informados”, num tempo que as fake news (notícias falsas) estão na ordem do dia, indica o ME numa nota enviada esta sexta-feira à comunicação social. E pretende chegar às gerações mais novas através da escola.

Numa altura em que “o poder das redes sociais emerge, é urgente formar cidadãos informados, conscientes e participativos para o futuro colectivo”, diz a nota. O objectivo, explica, é desenvolver mais competências “de professores, e por conseguinte, de alunos” em “matérias de consumo informado e crítico dos conteúdos difundidos pelos meios de comunicação social”. E disponibilizar aos professores metodologias, recursos e ferramentas que poderão usar nas actividades de Literacia dos Media em contexto de sala de aula.

A formação, que será dada por jornalistas e académicos especialistas na área do jornalismo, terá em conta “a pertinência, adequação e complemento da mesma ao trabalho já desenvolvido nas escolas, nomeadamente no âmbito da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania”, acrescenta o ME.
O projecto-piloto, com início marcado para este sábado, 26 de Janeiro, envolve cerca de 40 agrupamentos e 100 professores, que serão formados por um grupo de 10 jornalistas e académicos. Abrangidos nesta formação inédita estão professores do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário já ligados a projectos de media nas escolas e professores bibliotecários em cinco regiões do país – Faro, Évora, Lisboa, Águeda e Porto.
Fonte: Público 
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6 COMENTÁRIOS

  1. Agora só falta escolher-se os jornalistas e académicos. A nível de jornalistas, vem logo 1 lista de nomes imprescindíveis para esta formação sobre fake news.

    Isto só pode ser do pico da gripe.

      • Aos sábados? Só os idiotas é que as fazem. Há sempre imprevistos para contornar este tipo de formações

        Fake news são, por exemplo os 650 M necessários para compensar os professores na reposição dos 942. Seria esta a pergunta que eu faria aos ditos jornalistas se eu frequentasse a formação.

  2. Bem…que tal usarem, como recurso de base, os textos sobre educação/professores/ensino com que os “media” têm querido manipular e formatar opiniões? Vira-se o feitiço contra o feiticeiro porque, nessa área, os professores têm muito a ensinar aos senhores jornalistas.

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