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Gang Cerca Escola E Aluna De 2º Ciclo Agredida Por Usar Mochila Com Rodinhas

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A escola é o reflexo da sociedade…


Gang cerca escola secundária em Cascais

Um gang com cerca de três dezenas de jovens, alguns dos quais armados com facas, cercaram a Escola Secundária Fernando Lopes Graça, na Parede, Cascais, e acabaram por espancar três alunos.

O grupo procurava um jovem que se tinha envolvido numa violenta discussão com um dos membros do gang, mas acabou por fugir sem o encontrar.

O conflito que gerou este ataque aconteceu na semana passada, junto à estação da CP da Parede. Desde então, segundo relatos não confirmados oficialmente pela PSP, o jovem aluno da Escola Fernando Lopes Graça foi ameaçado várias vezes através das redes sociais. E foi, novamente, recorrendo a páginas da rede social Facebook que se organizou o ataque à escola, ocorrido pelas 16h30 de segunda-feira.

Fonte oficial da PSP confirmou que o grupo atacante cercou a escola, quando no exterior estavam cerca de 200 alunos.

Viveram-se momentos de pânico, devido às ameaças com armas brancas feitas pelos jovens que vinham de várias zonas de Cascais. Dois jovens de 15 anos e um de 16 foram espancados.

A PSP foi chamada e identificou as vítimas, que recusaram hospitalização.

PORMENORES 

Pedido policiamento

A direção da Escola Fernando Lopes Graça pediu à PSP que reforçasse o policiamento. As patrulhas com viaturas têm sido frequentes desde 2ª feira.

PSP desconhece

Fonte oficial da PSP contactada pelo CM desconhece que tenham havido mais incursões do gang na escola, como ontem chegou a ser noticiado.

Convite para ‘porrada’

No Facebook, jovens foram convocados para irem à escola da Parede, com um convite para andarem à ‘porrada’.

Fonte: Correio da Manhã


Agredida no recreio por usar mochila com rodinhas

Uma aluna do quinto ano da Escola Básica (EB) de Vila Verde teve de receber tratamento hospitalar depois de, segundo a mãe, ter sido vítima “mais do que uma vez” de bullying por parte de outros alunos.

Tudo começou porque, explicou a mãe, a criança usa mochila com rodinhas. Foi apresentada queixa na GNR de Vila Verde e a direção da escola iniciou um processo de averiguações.

A menina, de constituição física muito frágil, foi empurrada, quando se encontrava sentada, e agredida por outros jovens no recreio. Aliás, por diversas vezes que já se terá queixado de atos de violência e “gozo” por colegas de turma e alunos de outros anos. Na passada quarta-feira, teve de ser transportada para o Hospital de Braga onde, entre outros tratamentos, foi suturada com três pontos no sobrolho.

Mochila de rodinhas

Com 12 anos, a menina tem necessidades educativas especiais (NEE). “A minha filha tem uma constituição física muito frágil e, no início do ano letivo, levava uma mochila com rodinhas para a escola porque não aguentava o peso dos livros”, recordou a mãe.

A discriminação terá começado aí. “Havia colegas que gozavam com ela, tiravam-lhe a mochila e andavam com ela aos pontapés”, referiu a progenitora. O facto de a criança ter 12 anos e frequentar o quinto ano de escolaridade terá sido também motivo “de gozo” por parte de outros alunos.

Na passada quarta-feira, a menina estaria sentada num banco do recreio e terá sido empurrada por duas colegas, tendo, no final, ficado com a cara inchada e o sobrolho teve de ser suturado.

“Já detetámos algumas incongruências nos relatos que ouvimos. Abrimos um processo de averiguações, mas não está posta de parte a possibilidade de ter sido uma brincadeira que correu mal”, disse ao JN Alberto Rodrigues, responsável pela Escola Básica de Vila Verde.

Na sexta-feira, a menina esteve no Instituto de Medicina Legal a ser observada. Por indicação técnica, não deverá voltar à escola nos próximos dias. “No caso de se confirmar que existe matéria para procedimento disciplinar, é claro que os alunos em causa serão responsabilizados”, frisou ainda o diretor da escola.

Grande tristeza

“Sinto uma enorme tristeza pela minha filha, mas também pelas crianças que fazem estas maldades sem que os pais se apercebam de nada e que, na própria escola, não haja a perceção do que é brincar e agredir e gozar com as outras crianças”, finalizou a mãe.

Fonte: Jornal de Notícias

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