Início Escola Enquanto uns fazem as malas, outros continuam a lutar…

Enquanto uns fazem as malas, outros continuam a lutar…

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São as ações que nos definem, não palavras ocas gritadas em palanques onde certos servos veneram o seu Deus ao “bom” estilo Igreja Universal…

RGP – Agrupamento de Escolas de Amarante

A reunião contou com os professores do 2.º e 3.º Ciclo e os que se mostraram dispostos a prosseguir a greve até dia 31 de Julho são exactamente tantos quantos os que se mostraram dispostos a parar a greve amanhã.
Assim, prosseguiremos a greve, fazendo os reajustes que se mostrarem necessários.
A luta continua! E nunca houve em Portugal uma luta como esta.
Até agora, em todo o agrupamento e na posse dos dados para todo o 2.º e 3.º ciclos, apenas se realizaram as reuniões de avaliação de 9.º ano, cobertas pelos serviços mínimos.
Quanto às outras reuniões que abarcam 5.º, 6.º, 7.º e 8.º anos, há zero conselhos de turma realizados desde o dia 6 de Junho. E assim pretendemos continuar.

Fonte: blogue Anabela Magalhães

Sindicato Stop mantém greve às avaliações dos alunos até ao final do mês

(Público)

Greve em Agosto?

André Pestana recusa a ideia de que o prolongamento da greve ponha em causa as férias dos docentes. As férias, diz, “são um direito inalienável” e o Stop admite mesmo prolongar o pré-aviso de greve para o mês de Agosto “para que não possa haver professores com faltas injustificadas” por estarem ausentes das escolas.

Ao contrário do Stop, a plataforma sindical, de que fazem parte da Fenprof, a FNE e outras oito estruturas sindicais, dá a greve por encerrada nesta sexta-feira. A decisão “não tem a ver com a reunião” com o ME, afirma Mário Nogueira, que tem sido o porta-voz do grupo. O pré-aviso da plataforma sindical era válido até ao dia 13 de Julho e não vai ser prolongado. “Há um momento em que tem que se parar, retemperar forças, para depois retomar a luta”, defende o dirigente.

Gente de fibra…

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22 COMENTÁRIOS

  1. Alexandre,

    Ultimamente andamos mesmo a discordar.

    Mas gosto de discordar consigo e respeito as suas posições.

    Porém, mais uma vez, “encalhei” na última frase.

    Será gente de fibra, certamente. Mas, há alturas em que há que ler a situação e saber esperar. Não significa isso que não se tenha “fibra”.

    Nota: A saber-se o que irá acontecer na próxima semana e até 31 de Julho. Pelo que li aqui, há um empate entre a decisão de se parar e a de continuar.

    Seja o que for, foi um bom momento de união.

    • Não tem mal discordamos pois sabemos que ambos somos honestos nas nossas opiniões. Algo que infelizmente não vejo noutros intervenientes…

      • Também sou honesta. Viajo diariamente 140 km para estar presente numa reunião que não se concretiza e, este momento, sinto-me exausta. Necessito de parar, de recarregar baterias. Mais, muitas das reuniões mantêm-se, porque os contratados, com menos 20 anos do que eu, querem ganhar tempo de serviço. Os desentendimentos são muitos, em várias escolas. Não precisa de expor o meu comentário. Esta é a realidade. Nem todas as escolas estão organizadas. Os docentes do quadro estão a recorrer a atestados médicos. Hoje tive uma reunião às 8h30 da manhã e outra às 18h15 que não se concretizaram. Termino informando que não acredito nos Sindicatos, nem mesmo o STOP me convenceu.

          • O STOP será responsável pelo desentendimento dos docentes que até aqui se mantiveram unidos. Não é o dinheiro que move as minhas ações, quem me conhece sabe do que falo. Sou uma pessoa de convições, otimista por natureza, interventiva nas ações que se têm desencadeado para que o tempo de serviço dos docentes seja contabilizado, contudo a minha decisão, a partir de segunda-feira, é “CHEGA”, não pretendo contribuir para o renascer do mal-estar e divisão entre colegas, nem pôr em causa a minha saúde. Mais uma vez, não precisa de expor o meu comentário. Faça como melhor lhe convier.

          • Não sei do que fala, reitero que não confio em sindicatos, quanto ao “pássaro na mão” para cujo aprisonamento MUITO contribuí, ainda não o deixámos fugir, foi entregue no Parlamento com mais de 20 mil assinaturas.

  2. Neste momento crucial da luta, que faz lembrar a luta de 2008, contra a Milu e seus lacaios (curiosidade ou pura coincidêcia – governos socialistas), há um dado novo que me faz acreditar e sentir orgulho: o STOP, um sindicato que ainda não está sob o dpmínio da classe política nesye país, classe essa que governa para os “boys” e que mantém o statu quo.
    Parabéns ao STOP e aos professores que não são ovelhas e carneiros.
    Eu estive na manif de 19 de maio, porque senti que era, hoje como há 10 anos, necessário lutar e mostrar a nossa indignação.
    Jose Lima – Braga

  3. As decisões tomadas vinculam cada um de nós, em folha que os docentes assinaram pelo próprio punho. O direito à greve é um direito individual e cada um disse de sua justiça – sim/não, assinando à frente. O fundo de greve mantém-se, agora um pouco mais reduzido. Admirável foi ver colegas que não querendo fazer greve, e pronunciando-se pelo não, já me informaram que continuarão a contribuir para o fundo que sustentará tudo isto. Até quando? Veremos. O mapa de greve será feito dia a dia… e segunda haverá zero conselhos de turma que se realizarão.
    Por isso, não há empates. Há somente quem prosseguirá com a greve, na maior parte dos casos bastantes por conselho de turma.

    • O D.N. de de alunos com módulos em atraso em cima da reunião e se só tiver tempo de lançar a nota na reunião, mas se fizer greve, como é?
      Dado que dizem que mesmo havendo greve, as reuniões dos Cursos Profissionaishoje falando do STOP, diz que os Serviços Mínimos são até ao fim do mês.
      Por acaso, eu pensava que os Serviços Mínimos tinham acabado no dia 5 de julho! Bom, andarei com falta de informação.
      Já agora, diz-se que nos Cursos Profissionais equivalentes ao Secundário que os Conselhos de Turma se realizam na mesma, caso os professores (1 ou mais) façam greve, pois, entendem que esses C. de Turma são meramente consultivos e não deliberativos. Se um professor corrigir um Teste de Recuperação (ou Exame) em cima da reunião e se só tiver tempo para lançar a nota na reunião do Conselho de Turma, fazendo greve, como é?
      Remarcam a reunião se o professor chega atrasado, ou por acidente, mas se o professor fizer greve a reunião faz-se?
      Por último, o professor pode informar depois da reunião que fez greve ou tem que ir à reunião e informar no início da reunião q está em greve?

  4. A propósito de: “Faço greve ou não?” ou “Greve até 13 ou até 31?” ou “Greve em Agosto ou faço pausa e vou de férias” ou ainda “greve agora em que perco menos dinheiro ou em Setembro e perco mais?” ou ainda “já estou cansado/a e páro a greve ou continuo?”

    Deixo esta história… que tenho contado na minha escola… Cada um que faça a sua reflexão…

    Estavam dois velhotes num banco de jardim a ouvir um cão ao fundo da rua que estava a ganir…
    Um dos velhotes perguntou ao outro:
    – “Que se passa com o cão?”…
    O outro respondeu:
    – “Tem um prego espetado no corpo”…
    – “Ahhh ok e então porque é que ele não se levanta e se liberta?”…
    – “Olha, porque…
    … DOI-LHE O SUFICIENTE PARA GANIR… MAS NÃO LHE DOI O SUFICIENTE PARA SE LIBERTAR”…

  5. Não sei do que fala, reitero que não confio em sindicatos, quanto ao “pássaro na mão” para cujo aprisionamento MUITO contribuí, ainda não o deixámos fugir, foi entregue no Parlamento com mais de 20 mil assinaturas.

  6. E as reuniões de 9ºAno, 10º ano, 11º Ano e 12º Ano que ainda se vão realizar nas Escolas Profissionais Públicas (as ligadas ao Ensino Agrícola)? Sim, há Conselhos de Turma que foram convocados recentemente para esse anos suprarreferidos. Ora, havendo greve até ao fim do mês não bastará um docente faltar para que não haja reunião? Estou enganado ou os Serviços Mínimos para 9, 11º e 12º anos não eram só até 5 de julho? Os Serviços mínimos são até ao final do mês?
    O que acontecerá se nas reuniões dos Cursos Profissionais (equivalentes ao Secundário) houver professores e greve até 31 de julho?
    Nestas escolas, como as aulas costumam acabar mais tarde, pelo menos na minha, só foram convocadas recentemente para daqui a uns dias. Contudo, a Plataforma e mesmo o STOP, saberão que ainda há reuniões desses anos abrangidos pelos Serviços Mínimos que nem tinham sido convocados até 5 de julho?
    Os professores nessas escolas podem, ou não, fazer Greve? Os Serviços mínimos aplicam-se até ao fim do mês? Se não há serviços Mínimos até ao fim do mês, então, basta só um professor faltar…
    Tenho outra dúvida: se o professor faltar (entendeu fazer greve) e não avisar, a reunião pode fazer-se? Ou o docente tem que aparecer na reunião e informar que está em greve? Já agora, se o professor informar por e-mail, na véspera ou 15 minutos antes da reunião, a direção e o Diretor de Turma, mas não aparecer na escola ou aparecer na reunião seguinte tal é ilegal? Quem está de greve na primeira reunião do dia tem que aparecer na escola?

    • Os conselhos de turma dos cursos profissionais são órgãos consultivos e não deliberativos, logo, em caso de greve, o Conselho de turma deve realizar-se.

      • Mas se os professores podem fazer greve, caso seja o Diretor de Turma a fazer Greve, alguém o pode substituir sem haver violação da Lei da Greve?
        Se o professor se enganou na nota e quiser retifica-la e estiver em greve, como é?
        Se um professor estiver doente e não puder informar a tempo a escola, a reunião faz-se? Se o professor por motivo, por exemplo, de acidente de carro ou atraso de transporte público, não chegar a tempo da reunião esta não se realiza.
        Por greve, já se pode realizar? Consultiva ou deliberativa, as especificidades do Ensino Profissional podem violar a Lei Geral? Há decisões a tomar, mesmo nas reuniões dos Cursos Profissionais e, além disso, nem todas as notas são lançadas antes das reuniões, por exemplo, por doença e o professor terá que estar na reunião, caso contrário a nota não sairá em Pauta. Podendo fazer greve, será que se a fizer a reunião não é remarcada. Bom, veremos e cada um que assuma as suas responsabilidades.
        O seu comentário deixa-me dúvidas, mas agradeço a sua opinião. Pessoalmente vou refletir e consultar outras pessoas com formação em Direito…

        • Nos cursos profissionais os módulos são da responsabilidade do professor e não do Conselho de Turma. Aliás, nos cursos profissionais não são marcadas reuniões de avaliação, os módulos vão sendo aprovados ao longo do ano. Informe-se, mas obtive esta informação de vários diretores.

          • POR LAPSO NÃO RESPONDI AQUI, POR ISSO DESEJO QUE TENHA EM CONSIDERAÇÃO O MEU ÚLTIMO COMENTÁRIO FEITO HOJE.
            Com cordiais cumprimentos

  7. Nas Escolas Profissionais (Públicas, ligadas à Agricultura) ainda nem foram convocadas Reuniões ou foram recentemente convocadas as reuniões referentes aos Cursos Profissionais das Turmas dos 10º, 11º, e 12º, anos. Ora, os Serviços Mínimos não eram só até ao dia 5 de julho? E, portanto, nestas reuniões que ainda se vão realizar (as aulas dos Cursos Profissionais costumam acabar mais tarde) saberão a Plataforma e o STOP QUE BASTA UM PROFESSOR FAZER GREVE E…
    Eram, ou não, os Serviços Mínimos até 5 de Julho?
    O Governo vai entender que ´são até ao fim do mês, desde que, por exemplo, as reuniões sejam do 12º ano?
    – Já agora, o professor (que entender fazer greve) tem que aparecer na escola/sala da reunião para informar os colegas que está em greve ou basta não aparecer na escola?
    Se a reunião se realizar e depois o professor informar que esteve de greve, podem alegar que houve reunião porque as notas dos módulos estavam lançadas? Há especificidades nos Cursos Profissionais, mas penso que a Lei Geral impera, certo?
    Já agora, se quem fizer greve até 31 de julho as reuniões podem ser marcadas para Agosto/Férias?

  8. É VERDADE QUE AS NOTAS DOS ALUNOS EM CADA MÓDULO SÃO LANÇADAS À MEDIDA DA SUA CONCLUSÃO PELOS ALUNOS.
    EM TODO O CASO, NA MINHA ESCILA PROFISSIONAL EXISTEM CONSELHOS DE TURMA CONVOCADOS NO FINAL DE CADA PERÍODO, NOS QUAIS AS OTAS SÃO CONFIRMADAS, FAZENDO-SE UMA PAUTA FINAL. Além de que se não houver coincidência entre a nota da Pauta global e a nota lançada no módulo, torna-se imperioso alterar ou a pauta global ou a pauta do módulo em causa.
    Por outro lado, não estando o professor impedido de fazer greve nos conselhos de turma dos Cursos Profissionais, caso seja o Orientador Educativo/Diretor de Turma a fazer greve, se ele for substituído não se tratará de violação da Lei da Greve?
    EM QUE FICAMOS? SE UM PROFESSOR FALTA, POR ATRASO NO TRANSPORTE PÚBLICO, SENDO OBRIGADO A APRESENTAR Atestado médico, sendo que a reunião tem que ser remarcada, se for uma ausência por greve, a reunião já se pode fazer?
    (Começo a pensar que os professores estão proibidos de fazer greve nos conselhos de Turma no ensino profissional).
    Quando um docente faz Greve às aulas nos Cursos Profissionais até é obrigado a lecionar essas aulas…
    Bom, se por acaso todos os professores fizerem greve e o orientador Educativo ficar sozinho na sala ele terá que fazer a reunião sozinho, sem ter as últimas informações, sem nenhum debate sobre o comportamento dos alunos, o excesso de faltas, as infrações disciplinares, etc.?
    O que fica na ATA, que tem que ser lida e submetida a aprovação? Fica na Ata que quem faltou vai apresentar Atestado Médico? Como se sabe que o professor esteve de Greve? Fica na Ata que o professor faltou e por que motivo? Se faltou por greve, tal nem é falta.
    Se o professor chegar à escola no final da reunião e disser que esteve de greve e se na Ata estiver Falta quem vai assumir as responsabilidades? E se quem fez greve ao ler a Ata disser que algo não está correto, quem vai alterar a Ata? O professor que decidir fazer greve é obrigado a aparecer no início da reunião e informar os colegas de que está de greve?
    Não me parece que os Conselhos de Turma – que existem no final de cada período na minha escola – sejam meramente consultivos, pois, por vezes, se fazem votações sobre assuntos relacionados com medidas corretivas, etc.
    Bom, ao menos, penso eu, que quem quiser fazer greve pode fazer. Depois, como se sabe, os professores podem informar os sindicatos do que se passou. OUTRA dúvida, já aflorada aqui, continuo a ter – o professor é obrigado a informar que vai fazer greve no início da reunião ou basta-lhe, por exemplo, aparecer na reunião seguinte e aí comunicar que não esteve na reunião anterior por motivo de greve? É que se o professor só informa que esteve de greve, depois da reunião já se ter concluído – PARTINDO DO PRINCIPIO DE QUE ESTA SE REALIZOU – os colegas que estiveram nessa reunião não sabem o motivo do professor não ter estado na reunião. Se na minha escola as reuniões são remarcadas, por exemplo, pelo facto de o professor estar retido num engarrafamento- nessa altura o professor não pode informar que tem ATESTADO MÉDICO – PARA JUSTIFICAR A FALTA.
    Por último: (e peço desculpa pelo excesso de ideias…) nem todas as notas são previamente lançadas, pois, havendo Testes de Recuperação ou Exames para os alunos que têm Módulos em atraso, as correções são muito em cima das reuniões e, por vezes, os docentes/formadores/Técnicos Especializados só as lançam na PRÓPRIA REUNIÃO/Conselho de Turma (que é de Avaliação, mesmo que não tenha esse nome).
    Agradecido e continuo atento a possíveis achegas.

      • Totalmente separado não será, pois, os professores estão integrados no ECD, etc.
        Podem fazer greves em tempo de aulas (ficando sem salário mas tendo que as lecionar na mesma) quando os Sindicatos convocam greve ou mesmo greves da Função Pública (a minha escola Profissional é Pública).
        A LEI da Greve aplica-se quer no ensino regular quer no ensino profissional público,…acho eu. Mas os serviços jurídicos dos Sindicatos, até porque não sei tudo e tenho muitas duvidas, poderão ter melhor opinião.
        JÁ existiram votações em reuniões de C. de Turma. Há deliberações sobre certos assuntos, embora as notas sejam da responsabilidade de cada professor e não possam ser alteradas, o que não implica que o próprio altere as suas próprias notas, até porque se apercebeu na reunião que a nota que lançou aquando da conclusão do módulo não é a correta. Se fizer greve e a reunião se fizer… Se o ORIENTADOR eDUCATIVO/dIRETOR DE tURMA PRECISAR de confirmar uma falta marcada pelo professor e esse professor estiver em greve, quem assume a responsabilidade de eventualmente o aluno ficar Excluído por faltas?
        Veremos o que pode eventualmente acontecer em caso de greve e a reunião ser realizada. Algum Diretor de Escola (Profissional )assina por baixo que as reuniões são meramente consultivas? Reuniões em que nas Atas têm que ficar registadas, por exemplo, quem vota contra a Ata e possíveis Declarações de Voto?
        Enfim, assuntos que os Sindicatos poderão ter que analisar, pois, é a primeira vez, se a memória não me falha, que há coincidência entre Greves E reuniões de Conselhos de Turma (equivalentes ao ensino regular secundário, neste caso). O STOP tem até 31 de julho, embora eu ainda não tenha percebido se os serviços mínimos acabaram no passado dia 5 ou não.
        A palavra aos Sindicatos, aos, em última análise, Tribunais, até porque se no futuro estes serviços mínimos forem ilegais…, mas esse será outro problema…
        Pelo menos assinei a ILC; CONTRIBUÍ para as mais de 20.000 assinaturas.
        Peço desculpa, mas estou nervoso e revoltado. Roubaram 9 anos, 4 meses e 2 dias, chega de sermos mansinhos…
        Mais uma vez agradecido.
        Pessoalmente, continuarei atento ao blogue – sem dúvida merece toda a consideração.

        • Os cursos profissionais têm peculiaridades únicas, muitas delas sem sentido como já referi no passado. Este é um assunto no qual não existiu uma posição final.
          Obrigado por nos seguir 😉

      • Não será totalmente separado. Há especificidades, mas os procedimentos nas reuniões são os mesmo do ensino regular, tanto quanto sei. Também se aplica a legislação, o CPA, enfim. As ATAS TÊM QUE REFLETIR AS DELIBERAÇÕES,AS DECLARAÇÕES DE VOTO…
        Enfim, deixemos quem de direito…sindicatos, tribunais…
        Agradeço a atenção.
        9 ANOS e pico enervam-me.
        Pelo menos contribuí para a ILC (MAIS DE 20.000 ASSINATURAS)
        Vou esperar pelas cenas dos próximos episódios.
        Pessoalmente continuarei atento a este extraordinário blogue.

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