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Eis Um Exemplar Dos Novos Critérios De Avaliação

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Recentemente publiquei as Linhas Orientadoras Para Os (Novos) Critérios de Avaliação, consagradas no Artigo 20.º da Portaria n.º 226-A/2018. Várias foram as mensagens que me chegaram para apresentar um exemplar com a inclusão dessas mesmas linhas orientadoras.

Apresento-vos por isso os critérios de avaliação elaborados pelo Agrupamento de Escolas nº 3 de Elvas e que vai ao encontro do legislado. Este modelo pode ser aplicado a qualquer ano de escolaridade e os parâmetros, instrumentos, contributos do perfil do aluno e percentagens parciais, podem variar consoante as áreas curriculares.

P.S – Para aqueles que só olham para a tabela e julgam que os critérios vão até aos 110%, por favor leiam o ponto 3 Observações.

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10 COMENTÁRIOS

  1. Onde entram as competências associadas à consciência e domínio do corpo?
    É verdade que as habilidades motoras requerem capacidades mas não se esgotam nos conhecimentos.

  2. Acho a partilha uma forma admirável de colaboração para a melhoria de práticas . Dito isto este exemplar não e um bom contributo para a mudança . O que os normativos conceptualmente indicam é um novo paradigma avaliativo . E não um remendo com algumas colunas a contextualizar a avaliação nos eixos do Perfil desejável . O perfil exige uma mudança na visão estratégica do ensino e uma avaliação (consequente ) muito mais holística e rica . 80% + 20 % ???? _ 90% +10 % ???? isto é o velho paradigma da avaliação no seu esplendor que assume que num cidadão _ profissional se deve hipervalorizar conteúdos e desvaloriza-se o que hoje a sociedade e o mercado de trabalho precisam : saber aprender a aprender , gestão da inteligência emocional , liderança , atitude empreendedora e criativa, positividade e entreajuda na relação interpessoal , atitude colaborativa numa equipa de trabalho , criatividade e competências criticas, de eticamente sustentadas ,,,,,? É isto de que fala o PA do séc.XX! .Isto não são conteúdos de aprendizagem isto são atitudes e valores E isto não deve ser a migalha da avaliação ….

  3. Agora sim! Com documentação catita e tudo… Concordo que a escola deve avaliar atitudes; muito empreendedorismo; uma pitadinhas de mildfulness e reiki; muita inteligência emocional; uns graminhas de soft skills ; poucos conteúdos; nada de Aristóteles; esqueçam o Platão; aprender a aprender, mumta , munta colaboração; rodar de trabalho, sim, semana não… Um FUTURO RADIOSO, ó escravos!

  4. Li rapidinho. E assustei-me.

    Tudo tão objectivado, tudo tão explicado, tudo tão normalizado, tudo tão…..como mecanismo de defesa, caso surjam problemas?

    Uniformizar critérios de avaliação numa escola é uma coisa, esta coisa é outra coisa.

    É uma mistura de antigas formulações com apontamentos das novas legislações e implementações que têm vindo a aparecer, como o Perfil dos alunos.

    Uma grelha do séc XXI. De quem não sabe, afinal, para onde se vai.

    E os EE percebem isto? E os professores? E os alunos?

  5. Não me parece que esses critérios sejam um bom exemplo dos “novos” critérios…
    Não vejo neles enunciado um perfil de aprendizagens específicas para cada ano de escolaridade…
    Nem vejo aí nenhuns descritores de desempenho que a ele devem estar associado…

    De acordo com a legislação, são essas as peças essenciais e obrigatórias nos “novos” critérios…

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